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Catch The Ghost foi um drama subestimado demais pelos dorameiros brasileiros. Em época de exibição, pouquíssimas pessoas comentavam sobre ele, e após terminar, nas premiações e tags de fim de ano, ele foi completamente esquecido. E é uma pena, mesmo.

É compreensível que muitos preferiram esperar pra ver onde ia dar, de fato. Já há algum tempo que a tvN tem falhado em lançar bons dramas de investigação. E os créditos dos melhores tem ido todos para a OCN. Mas aqui, quero deixar claro que Catch The Ghost não é somente um drama investigativo de suspense, é uma comédia, quase romântica, com toques de suspense, e diferentemente das tentativas recentes, essa funciona, e muito bem.

Outro bom motivo para assistir ao drama, é a volta da Moon Geun Young para as telinhas depois de 4 anos. Talvez dorameiros novos não a conheçam, no entanto, ela é uma atriz excelente e seu último drama The Village: Achiara’s Secret, foi um suspense e mistério dos bons exibido pela SBS em 2015.

“Eu acho que Hwi e Sun Ho eram o sol e a lua em suas vidas passadas. É por isso que eles são tão inseparáveis nessa vida.”

Há algum tempo atrás, já comentei sobre o drama do qual venho falar hoje e provavelmente vocês já me viram elogiar muito esse sageuk. No post anterior, fiz uma análise sobre o personagem Lee Bang Won (em algumas leituras escreve-se também Yi Bang Won), que está presente tanto em My Country como em Six Flying Dragons e outros dramas coreanos. Ele não é o personagem principal de My Country, mas é sem dúvidas, alguém que se sobressai.

Neste post, venho falar exclusivamente de My Country, o drama do ano passou que roubou atenção logo no anúncio do elenco e após seu lançamento conquistou um grande número de fãs.

My Country: The New Age é um drama de época que mistura fatos reais de um contexto histórico turbulento e importante para a Coreia e personagens fictícios envolvidos nesse momento. Inovando na temática, a história vai muito além de uma briga pelo trono.

E chegamos a segunda etapa do #LoveCodeAwards2019!

Depois de muitas indicações na primeira etapa, podemos seguir adiante. Este ano, tivemos muito mais indicações e apesar do trabalho todo para a contabilização, ficamos muito felizes por toda essa interação. Significa que o mundo dorameiro no Brasil continua crescendo, e com isso, que o LoveCode também continua crescendo. ♥ Obrigada de coração, pela participação e por todo apoio.

“Ele é Bang Won, o quinto filho do general Yi. Dê uma boa olhada nele, pois ele roubará esta nação.” – My Country: The New Age

Yi Bang Won é uma das mais importantes figuras na história coreana. Ele foi o terceiro rei da dinastia Joseon (1392-1897) e não somente esteve presente, como também foi peça fundamental nos conflitos que puseram fim a Goryeo (918-1392). Yi Bang Won foi filho do rei Taejo, também conhecido como general Yi Seong Gye, fundador e primeiro rei da dinastia Joseon.

Para quem costuma acompanhar dramas de época coreanos, provavelmente já viu muito sobre esses dois homens. Além de Six Flying Dragons (2015) e My Country (2019) que contam histórias girando em torno desses personagens, temos Tree with Deep Roots (2011) que segue a história da próxima geração, também vemos dramas em que eles são citados, como no recente Nokdu Flower (2019). Sempre associados a representação de grandes homens, embora o ponto de vista sobre o caráter deles mude de acordo com a obra .

Lembram que há alguns meses, escrevi um post aqui no blog sobre uma campanha para trazer um streaming de doramas para o Brasil?

A campanha foi a #KocowaComeToBrazil, uma ideia que surgiu no twitter do Blog Além Do Que Se Vê junto a outros blogs e dorameiros usuários da rede social.

Através de inúmeros tweets usando a hashtag #KocowaComeToBrazil, conseguimos chamar a atenção da empresa Kocowa, o streaming de dramas coreanos. E na época, a própria chegou a entrar em contato para mostrar seu interesse no público brasileiro.

E com grande alegria, venho hoje dizer que a campanha deu resultado, e o streaming chegou no Brasil oficialmente no dia 12 de agosto com muitas vantagens para o público brasileiro.

Fui convidada pelo Kocowa para testar a plataforma e o resultado foi: amor. Agora continua comigo no post para saber mais sobre o que estou achando das funcionalidades do streaming.

Lembro de ter reclamado pelo menos 365 vezes em 2018 por não ter quase nenhum drama de época, e cá estamos nós, quase no fim de 2019 — porque o tempo passa voando — e reclamo de não ter tempo para assistir a todos os lançamentos, principalmente os vários dramas de época que foram lançados e os que ainda serão em 2019.

E este, sendo mais um post da categoria “eu deveria ter falado desse drama há um tempão” chegou agora, e na frente de muitos pois eu não queria perder a oportunidade de fazer meu comeback nesse site em grande estilo, não é mesmo? Vamos logo ao que interessa.

“As pessoas são as raízes da nação. Sem raízes, uma nação cairá. Somos meros camponeses, mas não podemos ignorar o fato de que nossa nação está caindo. Então, nós levantamos nossa bandeira da justiça. Salvar as pessoas. Esse é o nosso voto.” – Nokdu Flower

Nokdu Flower é um sageuk baseado em fatos históricos. O tempo da narrativa é justamente nas revoluções que deram origem a um dos momentos mais turbulentos para os coreanos. A trama é repleta de personagens inspiradores, que com suas histórias cativam e emocionam. Os quatro personagens principais estão conectados embora seus objetivos e perspectiva sejam completamente diferentes.

O drama de época que se passa longe dos palácios foca na luta de um povo que está quase sem esperanças. E essa luta é duradoura, sofrida e trágica, no entanto a mensagem que fica é de esperança e coragem.

Quem lembra do tão falado Something In The Rain do ano passado? Não cheguei a fazer resenha dele pois não terminei o drama, mas comentei um pouco no post de melhores do ano. Não como um dos “meus melhores”, mas como um dos populares. Aquele drama foi polêmico e eu quase não vi meio termo, a pessoa amava ou odiava. Simples assim.

E por que estou falando dele nesse post? Bom, simplesmente porque a roteirista Kim Eun, de Something In The Rain resolveu juntar-se novamente com o mesmo diretor Ahn Pan Seok e o mesmo ator protagonista Jun Hae In num novo drama: One Spring Night, o qual é o assunto deste post.

E pra quem viu um, é impossível ver o outro sem comparar e pensar em todas as semelhanças, afinal as características do diretor são bem únicas, e o enredo também possuí algumas similaridades, principalmente na temática sobre dificuldades de um casal ao desconstruir certos pensamentos. É parecido, mas é diferente.Eu não terminei de ver Something porque eu não estava na vibe e alguns problemas do roteiro me fizeram desanimar, mas aqui a questão não é essa, não pretendo fazer um comparativo nesse post. Vou apenas comentar sobre One Spring Night. Então, bora comigo para a resenha.

Hoje vou falar de Beautiful World, um drama que terminou há alguns meses já, mas ainda não esqueci dele e queria muito vir comentar sobre. Afinal, este é um drama que poucos deram chance e ainda assim, vi algumas pessoas comentarem ter desistido no meio do caminho. Porém na minha opinião, foi um drama excelente e com uma temática sensível e muito importante. De fato, é um melodrama, por isso não agrada a todos, entendo perfeitamente.

Há também aqueles que começaram justamente pela presença do Nam Da Reum no elenco, pela primeira vez como um protagonista e não como a versão mais jovem de alguém. Acontece que apesar dele ser protagonista, há outros personagens, como seus pais, por exemplo, e estes estão muito mais presentes na história. Logo, se você espera ver Nam Da Reum o tempo todo, não é bem assim que será, mas saiba que vale a pena a pena sofrer e sentir raiva porque no fim, o drama tem uma linda mensagem. 

Bom, eu adoro melodramas com profundidade, por isso Beautiful World foi muito bom pra mim. Agora segue a resenha para eu explicar o que esse drama tem de especial.

Antes de começar a falar desse drama, vou atualizar vocês um pouco sobre minha vida dorameira e os conteúdos do blog nas redes sociais pra quem não nos acompanha ainda por lá. Como a vida real está muito corrida, tenho visto poucos dramas ultimamente, mas fazendo o máximo para vir aqui falar deles mesmo assim. Por isso, não desistam de mim. ♥

Pra quem não viu, eu fiz uma maratona do drama clássico My Name Is Kim Sam Soon, e eu realmente adorei! Por que eu não vi antes? O drama é de 2005, e a protagonista é muito maravilhosa para uma personagem de dorama coreano “dessa época” e até pra 2019. Recomendo. Recentemente também entrei numa vibe de c-dramas e j-dramas, o que acho ótimo, algo que não fazia há muito tempo. Então vai ter resenha desses logo logo também.

E por mais que eu demore um pouco pra postar aqui no blog, estou sempre colocando as novidades sobre os lançamentos de dramas e filmes lá no Twitter do LoveCode. Se quiser ficar por dentro, é só seguir lá. Também posto essas novidades nos stories do Instagram.

Também atualizei a thread de frases lá no Twitter. Clica aqui para ver a thread todinha, e vocês também podem sugerir algumas frases pra colocar lá.

E sim, eu sei que tem vários dramas que terminaram antes The Secret Life Of My Secretary e que eu deveria fazer resenha, mas acabei passando esse na frente por ter sido um dos meus xodózinhos dos últimos dias. Mas não se preocupe que trago as resenhas dos outros em breve, talvez não tão breve assim, mas vai ter. 🙂


Agora vamos logo falar sobre o drama desse post: The Secret Life Of My Secretary.

Desde os primeiros episódios, The Secret Life Of My Secretary não passava de um clichêzinho para mim, mas em certo ponto da trama as coisas começaram a ficar mais interessantes e eu muito muito mais envolvida na história. Não é um drama diferentão, não tem muita profundidade como gosto, mas garanto que se você começar o drama sem esperar mais que um clichê bobinho pode se divertir muito mesmo assim.

Hoje é dia de falar de um sageuk, felizmente! Este é o segundo drama coreano de época lançado neste ano, e claro que não poderia deixar de escrever sobre ele aqui. Para quem não sabe, este é o meu tipo de drama favorito e vocês devem estar cansados de me ver falando daquele post com os motivos para assistir sageuks, mas eu estou colocando o link aqui novamente porque sempre chega novos leitores no blog (obrigada, lindinhos) e não canso de falar que sageuks são sim muito bons, embora poucos gostem.

Hoje é sobre Haechi e eu estou incrivelmente atrasada nesse post. Era pra ter vindo aqui há um mês atrás e olha só. Perdão, mas às vezes precisamos deixar a lista de doramas crescer (e de posts!) para fazer as atividades da vida real.

Haechi é um drama que aborda política, justiça, corrupção e poder, mas com um roteiro que caminha diferente do usual mesmo com esses clichês de dramas de época como assunto principal. A trama desenvolve bem os personagens, que são cativantes e formam um dos grupos de companheiros e amigos que mais gostei nessa vida dorameira. Lealdade, companheirismo e cuidado com o povo e os necessitados, também são assuntos tratados em Haechi, e a emoção é real.