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K-Drama

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Olha só quem apareceu aqui com a primeira resenha de drama terminado em 2020. Prometi que viria mais vezes, não é? Estou conseguindo colocar os posts em dia aos poucos, mas chegaremos lá.

Este é um drama que não teve um grande número de fãs, mas sem dúvidas, foi um drama que conquistou o coração da maioria dos seus espectadores, inclusive o meu. Talvez histórias tristes sobre sofrimento não seja algo que agrade a todos, mas sou apaixonada por slice of life e, sempre que um drama com uma carga de sentimentos tão forte chega, eu provavelmente vou gostar.

Chocolate é um drama que retrata com muita delicadeza a importância do tempo e da vida. Com histórias de pessoas numa clínica de cuidados paliativos além de um romance entre duas pessoas que já passaram por muito, o drama tem um toque poético e enche o coração com tamanha beleza.

“Estou correndo há muito tempo para ir até você. Houve momentos em que eu quis parar. Às vezes, eu simplesmente queria cair e desmoronar. E às vezes eu me perdi. Mas por sua causa, eu pude chegar até aqui. Após um longo período de tempo, é aqui que a nossa história começa. ”

Eu pensei diversas vezes se ainda publicaria este post já que estou tão atrasada. Geralmente meu especial de TOP 10 dramas do ano sai no máximo até a segunda semana de janeiro. No entanto, como podem ver, já é final de fevereiro, quase março e aqui estou, na maior cara de pau. Pensei e pensei de novo, porém cheguei a conclusão de que minha consciência não me deixaria seguir em frente com os posts de 2020 se eu não escrevesse este, que para mim, é como o fechamento de uma etapa. Então, tudo bem me chamarem de atrasada. Espero que ainda assim, possa ajudar quem procura os melhores dramas de 2019 para assistir. Ou até mesmo, que este post traga boas lembranças aos dorameiros atualizados.

Numa breve retrospectiva, acredito que 2019 tenha sido um ano em que as emissoras resolveram abordar temas mais obscuros e realistas em suas produções, mesmo que em proporções mais leves quando aliadas a humor e romance. Bons exemplos de temáticas pesadas são: SKY Castle, uma crítica às famílias ricas e seus métodos absurdos de competição entre si usando seus filhos, Children Of Nobody, um drama de suspense psicológico que aborda abuso infantil das formas mais tristes e cruéis. Ao longo do ano tivemos também Beautiful World, que no começo parecia pegar o gancho de bullying escolar de SKY Castle, porém passa a ser um drama com ótima mensagem sobre respeito, a importância da família e, mais uma vez, a corrupção do ser humano. My Strange Hero também seguiu a mesma linha dos problemas escolares e nos mostrou como pode ser trágico destino de pessoas que se sentem perdidas e transtornadas e, como isso pode afetar sua própria vida e de todos ao seu redor. Class of Lies foi mais um drama focado em estudantes e seus problemas familiares, estudantis, assédio e bullying em níveis absurdos.

O drama que dividiu opiniões. A ansiedade por Vagabond começou logo no anúncio do elenco: Lee Seung Gi e Bae Suzy seriam os protagonistas do novo drama da SBS. Pra quem não sabe, ambos foram protagonistas em Gu Family Book, drama que foi ao ar pela MBC em 2013. Quem assistiu, sabe que o casal causou grande impacto nos espectadores que anseiam por uma continuação desde aquele final desolador.

Depois que a SBS anunciou o elenco, começou as gravações do drama e logo, anunciou que ele seria totalmente pré produzido, com isso, a demora para o lançamento foi ainda maior e a ansiedade dos dorameiros elevada a níveis absurdos.

Enfim, depois de muito tempo de espera, Vagabond foi lançado pela SBS e, para alegria de muitos, também na Netflix. Mas o que alguns não esperavam era que o drama não fosse agradar tanto como nas expectativas criadas.

Por isso, antes de continuar a falar qualquer coisa sobre o drama, quero expor minha opinião sobre algumas das críticas que tenho visto em relação ao drama.

Catch The Ghost foi um drama subestimado demais pelos dorameiros brasileiros. Em época de exibição, pouquíssimas pessoas comentavam sobre ele, e após terminar, nas premiações e tags de fim de ano, ele foi completamente esquecido. E é uma pena, mesmo.

É compreensível que muitos preferiram esperar pra ver onde ia dar, de fato. Já há algum tempo que a tvN tem falhado em lançar bons dramas de investigação. E os créditos dos melhores tem ido todos para a OCN. Mas aqui, quero deixar claro que Catch The Ghost não é somente um drama investigativo de suspense, é uma comédia, quase romântica, com toques de suspense, e diferentemente das tentativas recentes, essa funciona, e muito bem.

Outro bom motivo para assistir ao drama, é a volta da Moon Geun Young para as telinhas depois de 4 anos. Talvez dorameiros novos não a conheçam, no entanto, ela é uma atriz excelente e seu último drama The Village: Achiara’s Secret, foi um suspense e mistério dos bons exibido pela SBS em 2015.

“Eu acho que Hwi e Sun Ho eram o sol e a lua em suas vidas passadas. É por isso que eles são tão inseparáveis nessa vida.”

Há algum tempo atrás, já comentei sobre o drama do qual venho falar hoje e provavelmente vocês já me viram elogiar muito esse sageuk. No post anterior, fiz uma análise sobre o personagem Lee Bang Won (em algumas leituras escreve-se também Yi Bang Won), que está presente tanto em My Country como em Six Flying Dragons e outros dramas coreanos. Ele não é o personagem principal de My Country, mas é sem dúvidas, alguém que se sobressai.

Neste post, venho falar exclusivamente de My Country, o drama do ano passou que roubou atenção logo no anúncio do elenco e após seu lançamento conquistou um grande número de fãs.

My Country: The New Age é um drama de época que mistura fatos reais de um contexto histórico turbulento e importante para a Coreia e personagens fictícios envolvidos nesse momento. Inovando na temática, a história vai muito além de uma briga pelo trono.

E chegamos a segunda etapa do #LoveCodeAwards2019!

Depois de muitas indicações na primeira etapa, podemos seguir adiante. Este ano, tivemos muito mais indicações e apesar do trabalho todo para a contabilização, ficamos muito felizes por toda essa interação. Significa que o mundo dorameiro no Brasil continua crescendo, e com isso, que o LoveCode também continua crescendo. ♥ Obrigada de coração, pela participação e por todo apoio.

“Ele é Bang Won, o quinto filho do general Yi. Dê uma boa olhada nele, pois ele roubará esta nação.” – My Country: The New Age

Yi Bang Won é uma das mais importantes figuras na história coreana. Ele foi o terceiro rei da dinastia Joseon (1392-1897) e não somente esteve presente, como também foi peça fundamental nos conflitos que puseram fim a Goryeo (918-1392). Yi Bang Won foi filho do rei Taejo, também conhecido como general Yi Seong Gye, fundador e primeiro rei da dinastia Joseon.

Para quem costuma acompanhar dramas de época coreanos, provavelmente já viu muito sobre esses dois homens. Além de Six Flying Dragons (2015) e My Country (2019) que contam histórias girando em torno desses personagens, temos Tree with Deep Roots (2011) que segue a história da próxima geração, também vemos dramas em que eles são citados, como no recente Nokdu Flower (2019). Sempre associados a representação de grandes homens, embora o ponto de vista sobre o caráter deles mude de acordo com a obra .

Lembram que há alguns meses, escrevi um post aqui no blog sobre uma campanha para trazer um streaming de doramas para o Brasil?

A campanha foi a #KocowaComeToBrazil, uma ideia que surgiu no twitter do Blog Além Do Que Se Vê junto a outros blogs e dorameiros usuários da rede social.

Através de inúmeros tweets usando a hashtag #KocowaComeToBrazil, conseguimos chamar a atenção da empresa Kocowa, o streaming de dramas coreanos. E na época, a própria chegou a entrar em contato para mostrar seu interesse no público brasileiro.

E com grande alegria, venho hoje dizer que a campanha deu resultado, e o streaming chegou no Brasil oficialmente no dia 12 de agosto com muitas vantagens para o público brasileiro.

Fui convidada pelo Kocowa para testar a plataforma e o resultado foi: amor. Agora continua comigo no post para saber mais sobre o que estou achando das funcionalidades do streaming.

Lembro de ter reclamado pelo menos 365 vezes em 2018 por não ter quase nenhum drama de época, e cá estamos nós, quase no fim de 2019 — porque o tempo passa voando — e reclamo de não ter tempo para assistir a todos os lançamentos, principalmente os vários dramas de época que foram lançados e os que ainda serão em 2019.

E este, sendo mais um post da categoria “eu deveria ter falado desse drama há um tempão” chegou agora, e na frente de muitos pois eu não queria perder a oportunidade de fazer meu comeback nesse site em grande estilo, não é mesmo? Vamos logo ao que interessa.

“As pessoas são as raízes da nação. Sem raízes, uma nação cairá. Somos meros camponeses, mas não podemos ignorar o fato de que nossa nação está caindo. Então, nós levantamos nossa bandeira da justiça. Salvar as pessoas. Esse é o nosso voto.” – Nokdu Flower

Nokdu Flower é um sageuk baseado em fatos históricos. O tempo da narrativa é justamente nas revoluções que deram origem a um dos momentos mais turbulentos para os coreanos. A trama é repleta de personagens inspiradores, que com suas histórias cativam e emocionam. Os quatro personagens principais estão conectados embora seus objetivos e perspectiva sejam completamente diferentes.

O drama de época que se passa longe dos palácios foca na luta de um povo que está quase sem esperanças. E essa luta é duradoura, sofrida e trágica, no entanto a mensagem que fica é de esperança e coragem.

Quem lembra do tão falado Something In The Rain do ano passado? Não cheguei a fazer resenha dele pois não terminei o drama, mas comentei um pouco no post de melhores do ano. Não como um dos “meus melhores”, mas como um dos populares. Aquele drama foi polêmico e eu quase não vi meio termo, a pessoa amava ou odiava. Simples assim.

E por que estou falando dele nesse post? Bom, simplesmente porque a roteirista Kim Eun, de Something In The Rain resolveu juntar-se novamente com o mesmo diretor Ahn Pan Seok e o mesmo ator protagonista Jun Hae In num novo drama: One Spring Night, o qual é o assunto deste post.

E pra quem viu um, é impossível ver o outro sem comparar e pensar em todas as semelhanças, afinal as características do diretor são bem únicas, e o enredo também possuí algumas similaridades, principalmente na temática sobre dificuldades de um casal ao desconstruir certos pensamentos. É parecido, mas é diferente.Eu não terminei de ver Something porque eu não estava na vibe e alguns problemas do roteiro me fizeram desanimar, mas aqui a questão não é essa, não pretendo fazer um comparativo nesse post. Vou apenas comentar sobre One Spring Night. Então, bora comigo para a resenha.