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K-Drama

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Lembram que há alguns meses, escrevi um post aqui no blog sobre uma campanha para trazer um streaming de doramas para o Brasil?

A campanha foi a #KocowaComeToBrazil, uma ideia que surgiu no twitter do Blog Além Do Que Se Vê junto a outros blogs e dorameiros usuários da rede social.

Através de inúmeros tweets usando a hashtag #KocowaComeToBrazil, conseguimos chamar a atenção da empresa Kocowa, o streaming de dramas coreanos. E na época, a própria chegou a entrar em contato para mostrar seu interesse no público brasileiro.

E com grande alegria, venho hoje dizer que a campanha deu resultado, e o streaming chegou no Brasil oficialmente no dia 12 de agosto com muitas vantagens para o público brasileiro.

Fui convidada pelo Kocowa para testar a plataforma e o resultado foi: amor. Agora continua comigo no post para saber mais sobre o que estou achando das funcionalidades do streaming.

Lembro de ter reclamado pelo menos 365 vezes em 2018 por não ter quase nenhum drama de época, e cá estamos nós, quase no fim de 2019 — porque o tempo passa voando — e reclamo de não ter tempo para assistir a todos os lançamentos, principalmente os vários dramas de época que foram lançados e os que ainda serão em 2019.

E este, sendo mais um post da categoria “eu deveria ter falado desse drama há um tempão” chegou agora, e na frente de muitos pois eu não queria perder a oportunidade de fazer meu comeback nesse site em grande estilo, não é mesmo? Vamos logo ao que interessa.

“As pessoas são as raízes da nação. Sem raízes, uma nação cairá. Somos meros camponeses, mas não podemos ignorar o fato de que nossa nação está caindo. Então, nós levantamos nossa bandeira da justiça. Salvar as pessoas. Esse é o nosso voto.” – Nokdu Flower

Nokdu Flower é um sageuk baseado em fatos históricos. O tempo da narrativa é justamente nas revoluções que deram origem a um dos momentos mais turbulentos para os coreanos. A trama é repleta de personagens inspiradores, que com suas histórias cativam e emocionam. Os quatro personagens principais estão conectados embora seus objetivos e perspectiva sejam completamente diferentes.

O drama de época que se passa longe dos palácios foca na luta de um povo que está quase sem esperanças. E essa luta é duradoura, sofrida e trágica, no entanto a mensagem que fica é de esperança e coragem.

Quem lembra do tão falado Something In The Rain do ano passado? Não cheguei a fazer resenha dele pois não terminei o drama, mas comentei um pouco no post de melhores do ano. Não como um dos “meus melhores”, mas como um dos populares. Aquele drama foi polêmico e eu quase não vi meio termo, a pessoa amava ou odiava. Simples assim.

E por que estou falando dele nesse post? Bom, simplesmente porque a roteirista Kim Eun, de Something In The Rain resolveu juntar-se novamente com o mesmo diretor Ahn Pan Seok e o mesmo ator protagonista Jun Hae In num novo drama: One Spring Night, o qual é o assunto deste post.

E pra quem viu um, é impossível ver o outro sem comparar e pensar em todas as semelhanças, afinal as características do diretor são bem únicas, e o enredo também possuí algumas similaridades, principalmente na temática sobre dificuldades de um casal ao desconstruir certos pensamentos. É parecido, mas é diferente.Eu não terminei de ver Something porque eu não estava na vibe e alguns problemas do roteiro me fizeram desanimar, mas aqui a questão não é essa, não pretendo fazer um comparativo nesse post. Vou apenas comentar sobre One Spring Night. Então, bora comigo para a resenha.

Hoje vou falar de Beautiful World, um drama que terminou há alguns meses já, mas ainda não esqueci dele e queria muito vir comentar sobre. Afinal, este é um drama que poucos deram chance e ainda assim, vi algumas pessoas comentarem ter desistido no meio do caminho. Porém na minha opinião, foi um drama excelente e com uma temática sensível e muito importante. De fato, é um melodrama, por isso não agrada a todos, entendo perfeitamente.

Há também aqueles que começaram justamente pela presença do Nam Da Reum no elenco, pela primeira vez como um protagonista e não como a versão mais jovem de alguém. Acontece que apesar dele ser protagonista, há outros personagens, como seus pais, por exemplo, e estes estão muito mais presentes na história. Logo, se você espera ver Nam Da Reum o tempo todo, não é bem assim que será, mas saiba que vale a pena a pena sofrer e sentir raiva porque no fim, o drama tem uma linda mensagem. 

Bom, eu adoro melodramas com profundidade, por isso Beautiful World foi muito bom pra mim. Agora segue a resenha para eu explicar o que esse drama tem de especial.

Antes de começar a falar desse drama, vou atualizar vocês um pouco sobre minha vida dorameira e os conteúdos do blog nas redes sociais pra quem não nos acompanha ainda por lá. Como a vida real está muito corrida, tenho visto poucos dramas ultimamente, mas fazendo o máximo para vir aqui falar deles mesmo assim. Por isso, não desistam de mim. ♥

Pra quem não viu, eu fiz uma maratona do drama clássico My Name Is Kim Sam Soon, e eu realmente adorei! Por que eu não vi antes? O drama é de 2005, e a protagonista é muito maravilhosa para uma personagem de dorama coreano “dessa época” e até pra 2019. Recomendo. Recentemente também entrei numa vibe de c-dramas e j-dramas, o que acho ótimo, algo que não fazia há muito tempo. Então vai ter resenha desses logo logo também.

E por mais que eu demore um pouco pra postar aqui no blog, estou sempre colocando as novidades sobre os lançamentos de dramas e filmes lá no Twitter do LoveCode. Se quiser ficar por dentro, é só seguir lá. Também posto essas novidades nos stories do Instagram.

Também atualizei a thread de frases lá no Twitter. Clica aqui para ver a thread todinha, e vocês também podem sugerir algumas frases pra colocar lá.

E sim, eu sei que tem vários dramas que terminaram antes The Secret Life Of My Secretary e que eu deveria fazer resenha, mas acabei passando esse na frente por ter sido um dos meus xodózinhos dos últimos dias. Mas não se preocupe que trago as resenhas dos outros em breve, talvez não tão breve assim, mas vai ter. 🙂


Agora vamos logo falar sobre o drama desse post: The Secret Life Of My Secretary.

Desde os primeiros episódios, The Secret Life Of My Secretary não passava de um clichêzinho para mim, mas em certo ponto da trama as coisas começaram a ficar mais interessantes e eu muito muito mais envolvida na história. Não é um drama diferentão, não tem muita profundidade como gosto, mas garanto que se você começar o drama sem esperar mais que um clichê bobinho pode se divertir muito mesmo assim.

Hoje é dia de falar de um sageuk, felizmente! Este é o segundo drama coreano de época lançado neste ano, e claro que não poderia deixar de escrever sobre ele aqui. Para quem não sabe, este é o meu tipo de drama favorito e vocês devem estar cansados de me ver falando daquele post com os motivos para assistir sageuks, mas eu estou colocando o link aqui novamente porque sempre chega novos leitores no blog (obrigada, lindinhos) e não canso de falar que sageuks são sim muito bons, embora poucos gostem.

Hoje é sobre Haechi e eu estou incrivelmente atrasada nesse post. Era pra ter vindo aqui há um mês atrás e olha só. Perdão, mas às vezes precisamos deixar a lista de doramas crescer (e de posts!) para fazer as atividades da vida real.

Haechi é um drama que aborda política, justiça, corrupção e poder, mas com um roteiro que caminha diferente do usual mesmo com esses clichês de dramas de época como assunto principal. A trama desenvolve bem os personagens, que são cativantes e formam um dos grupos de companheiros e amigos que mais gostei nessa vida dorameira. Lealdade, companheirismo e cuidado com o povo e os necessitados, também são assuntos tratados em Haechi, e a emoção é real.

Como já comentei aqui no blog e também no instagram e no twitter, eu comecei uma maratona de ator, algo que não fazia há muito tempo. Quando iniciei nessa vida dorameira, eu adorava conhecer os atores e ver todos os trabalhos deles de uma vez, mas com o tempo acabei conhecendo tantos que fui acompanhando mesmo os dramas em exibição.

Mas com a chegada de The Fiery Priest, como vocês bem sabem, viciei no ator que interpreta nosso padre pistola, ele é Kim Nam Gil. Um atorzão que eu praticamente ignorei todo esse tempo e nem sei o porquê. Simplesmente por coincidência deixei passar a maioria dos trabalhos dele – mas também pode ser o destino, querendo que eu me apaixonasse em pleno 2019 para fazer maratona de Kim Nam Gil.

Após The Fiery Priest, resolvi começar Shark (2013), um drama que eu queria ver há muito tempo mas o meu motivo principal (antes do Kim Nam Gil) era a Son Ye Jin de protagonista. Confesso que eu via os posters e pensava no quanto eu ia odiar ver aquele bigodinho o drama todo. Pois bem, assisti ao drama todinho em uma semana e o resultado foi: quero mais! No caso, mais de Kim Nam Gil, não de Shark e vou explicar depois.

Depois assisti filmes, entrevistas e não me contive. Com influência da amiga Renata, resolvi ver também Bad Guy (2010), drama com temática de vingança também e ainda um plus especial: Kim Jae Wook também estava presente nesse. E eu, estava com os dois pés atrás, pensei que ia odiar, mas o que aconteceu de fato foi que devorei o drama em dois dias!

Provavelmente o que aconteceu não é mérito somente do Kim Nam Gil, mas eu como dorameira há quase 10 anos, revivi meus momentos de dorameira novata acompanhando esses dramas “mais antigos”, pois neles há tantos elementos narrativos e de produção que não tem mais nos dramas de hoje em dia. Me senti nostálgica e feliz.

Perguntei lá no instagram quem queria que eu escrevesse um post sobre esses dramas e a resposta da maioria foi sim! Alias, fiquei até surpresa que tem várias dorameiras nessa mesma vibe de ver todos os trabalhos do Kim Nam Gil e a culpa é do padre pistola! Só resolvi escrever sobre os dois num post só, porque a temática é a mesma e o ator protagonista também.  Mas aguardem que tem mais posts de trabalhos do Kim Nam Gil vindo por aí porque eu levei a sério essa maratona – haha. Agora vamos ao que interessa.

A primeira temporada de Waikiki foi, sem dúvidas, um dos dramas mais populares de 2018, e com razão, né? Os personagens da guest house mais queridinha dos dorameiros faziam nossos dias mais felizes, principalmente para quem assistia a noite depois de um dia exaustivo no trabalho – cof cof, eu mesma.

Quando a segunda temporada foi anunciada, nunca vi os dorameiros tão felizes – bom, depois eu vi algo parecido e foi com Kim Jae Wook confirmado para uma comédia romântica, mas eu falo disso quando vier escrever sobre Her Private Life, haha –  O problema foi quando o anúncio triste veio: os atores da primeira temporada não estariam presentes na segunda, somente o Lee Yi Kyung, que faz o Jun Ki no drama.

Acredito que se não fosse os problemas envolvendo os atores principais até seria possível manter o mesmo elenco. Mas pra quem não sabe, o Son Seung Won que interpretou o Doo Sik se envolveu em polêmicas, ele dirigiu bêbado e causou acidentes por diversas vezes até que ele foi preso, finalmente, porque merece pagar pelo que fez sim. E o Kim Jung Hyun que interpretou o Kang Dong Gu estava com problemas de saúde e entrou num hiatus repentino para se cuidar, esperamos que ele fique bem logo. Sendo assim, não faria sentido voltar com o resto do elenco já que as personagens femininas estavam ligadas a eles. Infelizmente. 🙁

Mas a produção fez uma boa escolha de manter o personagem do Yi Kyung, que querendo ou não, foi um dos destaques da primeira temporada e agora ele é quem introduz os novos personagens, dando “sentido” pra coisa.

Claro que eu senti falta do elenco da primeira temporada. Sem dúvidas. Mas pouco antes de começar a segunda já estava com o pensamento de que eu tentaria essa nova temporada de coração aberto, afinal, a culpa não era de ninguém, muito menos dos novos atores escolhidos, e esses são atores que eu gosto muito também, então só desejava que fosse mais um sucesso.

“O que? Mais um drama de padre nesses dias? É… sei não.” – essa era eu, quando vi os primeiros posters de The Fiery Priest.
“Adorei! Tô rindo muito, nada a ver com o que eu imaginava” – essa era eu após os primeiros episódios!
MELHOR drama da temporada! Padre Kim te amo!” – eu na metade do drama.
QUE DRAMA SENSACIONAL, quero segunda temporada pra ontem e me dá aqui todos os dramas que Kim Nam Gil já fez!” – eu após ver os últimos episódios.

Tá bom, né? Preciso continuar escrevendo o post? Haha. Preciso sim, porque quero falar de tanta coisa boa que esse drama tem.

The Fiery Priest é um drama de comédia e ação com uma história que apesar de ser simples, tem personagens fortes com um excelente desenvolvimento e um elenco que fez toda a diferença. A produção também é impecável, tornando um dos melhores dramas do gênero.

Esse foi um dos dramas mais esperados de 2019. Pra ser mais exata, era um drama esperado desde o fim de Goblin e que nem sabíamos se um dia ia existir de fato. Mas a dona tvN lindíssima é a emissora rainha do fanservice e deu um presentão para nós dorameiros.

Touch Your Heart, ou “spin off de Goblin” como eu gosto de chamar, porque é quase isso mas tvN não assumiu, veio pra trazer alegria aos coraçõezinhos que ficaram devastados com o casal secundário de Goblin, a Sunny e o Ceifador. Aquele casal que eu falei muito aqui no blog, falei no twitter, falei com as amigas pessoalmente, e que eu amava demais. ❤

Mas uma coisa é fato, a tvN pegou um roteiro bem clichêzinho e jogou nosso casal lá. Claramente se fossem outros atores, o drama não teria nem sido comentado como foi. Mas outro fato é que nós pedimos isso, pedimos um doraminha bem docinho com eles porque já sofreram demais anteriormente, e a tvN atendeu. E claro que mesmo sendo bem clichê e sem nada de extraordinário, vim aqui falar desse drama por motivos de: Ceifador e Sunny em suas novas vidas. Brincadeira, não só por isso.