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2019

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Olha só quem apareceu aqui com a primeira resenha de drama terminado em 2020. Prometi que viria mais vezes, não é? Estou conseguindo colocar os posts em dia aos poucos, mas chegaremos lá.

Este é um drama que não teve um grande número de fãs, mas sem dúvidas, foi um drama que conquistou o coração da maioria dos seus espectadores, inclusive o meu. Talvez histórias tristes sobre sofrimento não seja algo que agrade a todos, mas sou apaixonada por slice of life e, sempre que um drama com uma carga de sentimentos tão forte chega, eu provavelmente vou gostar.

Chocolate é um drama que retrata com muita delicadeza a importância do tempo e da vida. Com histórias de pessoas numa clínica de cuidados paliativos além de um romance entre duas pessoas que já passaram por muito, o drama tem um toque poético e enche o coração com tamanha beleza.

“Estou correndo há muito tempo para ir até você. Houve momentos em que eu quis parar. Às vezes, eu simplesmente queria cair e desmoronar. E às vezes eu me perdi. Mas por sua causa, eu pude chegar até aqui. Após um longo período de tempo, é aqui que a nossa história começa. ”

O drama que dividiu opiniões. A ansiedade por Vagabond começou logo no anúncio do elenco: Lee Seung Gi e Bae Suzy seriam os protagonistas do novo drama da SBS. Pra quem não sabe, ambos foram protagonistas em Gu Family Book, drama que foi ao ar pela MBC em 2013. Quem assistiu, sabe que o casal causou grande impacto nos espectadores que anseiam por uma continuação desde aquele final desolador.

Depois que a SBS anunciou o elenco, começou as gravações do drama e logo, anunciou que ele seria totalmente pré produzido, com isso, a demora para o lançamento foi ainda maior e a ansiedade dos dorameiros elevada a níveis absurdos.

Enfim, depois de muito tempo de espera, Vagabond foi lançado pela SBS e, para alegria de muitos, também na Netflix. Mas o que alguns não esperavam era que o drama não fosse agradar tanto como nas expectativas criadas.

Por isso, antes de continuar a falar qualquer coisa sobre o drama, quero expor minha opinião sobre algumas das críticas que tenho visto em relação ao drama.

“Eu acho que Hwi e Sun Ho eram o sol e a lua em suas vidas passadas. É por isso que eles são tão inseparáveis nessa vida.”

Há algum tempo atrás, já comentei sobre o drama do qual venho falar hoje e provavelmente vocês já me viram elogiar muito esse sageuk. No post anterior, fiz uma análise sobre o personagem Lee Bang Won (em algumas leituras escreve-se também Yi Bang Won), que está presente tanto em My Country como em Six Flying Dragons e outros dramas coreanos. Ele não é o personagem principal de My Country, mas é sem dúvidas, alguém que se sobressai.

Neste post, venho falar exclusivamente de My Country, o drama do ano passou que roubou atenção logo no anúncio do elenco e após seu lançamento conquistou um grande número de fãs.

My Country: The New Age é um drama de época que mistura fatos reais de um contexto histórico turbulento e importante para a Coreia e personagens fictícios envolvidos nesse momento. Inovando na temática, a história vai muito além de uma briga pelo trono.

Lembro de ter reclamado pelo menos 365 vezes em 2018 por não ter quase nenhum drama de época, e cá estamos nós, quase no fim de 2019 — porque o tempo passa voando — e reclamo de não ter tempo para assistir a todos os lançamentos, principalmente os vários dramas de época que foram lançados e os que ainda serão em 2019.

E este, sendo mais um post da categoria “eu deveria ter falado desse drama há um tempão” chegou agora, e na frente de muitos pois eu não queria perder a oportunidade de fazer meu comeback nesse site em grande estilo, não é mesmo? Vamos logo ao que interessa.

“As pessoas são as raízes da nação. Sem raízes, uma nação cairá. Somos meros camponeses, mas não podemos ignorar o fato de que nossa nação está caindo. Então, nós levantamos nossa bandeira da justiça. Salvar as pessoas. Esse é o nosso voto.” – Nokdu Flower

Nokdu Flower é um sageuk baseado em fatos históricos. O tempo da narrativa é justamente nas revoluções que deram origem a um dos momentos mais turbulentos para os coreanos. A trama é repleta de personagens inspiradores, que com suas histórias cativam e emocionam. Os quatro personagens principais estão conectados embora seus objetivos e perspectiva sejam completamente diferentes.

O drama de época que se passa longe dos palácios foca na luta de um povo que está quase sem esperanças. E essa luta é duradoura, sofrida e trágica, no entanto a mensagem que fica é de esperança e coragem.

Quem lembra do tão falado Something In The Rain do ano passado? Não cheguei a fazer resenha dele pois não terminei o drama, mas comentei um pouco no post de melhores do ano. Não como um dos “meus melhores”, mas como um dos populares. Aquele drama foi polêmico e eu quase não vi meio termo, a pessoa amava ou odiava. Simples assim.

E por que estou falando dele nesse post? Bom, simplesmente porque a roteirista Kim Eun, de Something In The Rain resolveu juntar-se novamente com o mesmo diretor Ahn Pan Seok e o mesmo ator protagonista Jun Hae In num novo drama: One Spring Night, o qual é o assunto deste post.

E pra quem viu um, é impossível ver o outro sem comparar e pensar em todas as semelhanças, afinal as características do diretor são bem únicas, e o enredo também possuí algumas similaridades, principalmente na temática sobre dificuldades de um casal ao desconstruir certos pensamentos. É parecido, mas é diferente.Eu não terminei de ver Something porque eu não estava na vibe e alguns problemas do roteiro me fizeram desanimar, mas aqui a questão não é essa, não pretendo fazer um comparativo nesse post. Vou apenas comentar sobre One Spring Night. Então, bora comigo para a resenha.

Hoje vou falar de Beautiful World, um drama que terminou há alguns meses já, mas ainda não esqueci dele e queria muito vir comentar sobre. Afinal, este é um drama que poucos deram chance e ainda assim, vi algumas pessoas comentarem ter desistido no meio do caminho. Porém na minha opinião, foi um drama excelente e com uma temática sensível e muito importante. De fato, é um melodrama, por isso não agrada a todos, entendo perfeitamente.

Há também aqueles que começaram justamente pela presença do Nam Da Reum no elenco, pela primeira vez como um protagonista e não como a versão mais jovem de alguém. Acontece que apesar dele ser protagonista, há outros personagens, como seus pais, por exemplo, e estes estão muito mais presentes na história. Logo, se você espera ver Nam Da Reum o tempo todo, não é bem assim que será, mas saiba que vale a pena a pena sofrer e sentir raiva porque no fim, o drama tem uma linda mensagem. 

Bom, eu adoro melodramas com profundidade, por isso Beautiful World foi muito bom pra mim. Agora segue a resenha para eu explicar o que esse drama tem de especial.

Antes de começar a falar desse drama, vou atualizar vocês um pouco sobre minha vida dorameira e os conteúdos do blog nas redes sociais pra quem não nos acompanha ainda por lá. Como a vida real está muito corrida, tenho visto poucos dramas ultimamente, mas fazendo o máximo para vir aqui falar deles mesmo assim. Por isso, não desistam de mim. ♥

Pra quem não viu, eu fiz uma maratona do drama clássico My Name Is Kim Sam Soon, e eu realmente adorei! Por que eu não vi antes? O drama é de 2005, e a protagonista é muito maravilhosa para uma personagem de dorama coreano “dessa época” e até pra 2019. Recomendo. Recentemente também entrei numa vibe de c-dramas e j-dramas, o que acho ótimo, algo que não fazia há muito tempo. Então vai ter resenha desses logo logo também.

E por mais que eu demore um pouco pra postar aqui no blog, estou sempre colocando as novidades sobre os lançamentos de dramas e filmes lá no Twitter do LoveCode. Se quiser ficar por dentro, é só seguir lá. Também posto essas novidades nos stories do Instagram.

Também atualizei a thread de frases lá no Twitter. Clica aqui para ver a thread todinha, e vocês também podem sugerir algumas frases pra colocar lá.

E sim, eu sei que tem vários dramas que terminaram antes The Secret Life Of My Secretary e que eu deveria fazer resenha, mas acabei passando esse na frente por ter sido um dos meus xodózinhos dos últimos dias. Mas não se preocupe que trago as resenhas dos outros em breve, talvez não tão breve assim, mas vai ter. 🙂


Agora vamos logo falar sobre o drama desse post: The Secret Life Of My Secretary.

Desde os primeiros episódios, The Secret Life Of My Secretary não passava de um clichêzinho para mim, mas em certo ponto da trama as coisas começaram a ficar mais interessantes e eu muito muito mais envolvida na história. Não é um drama diferentão, não tem muita profundidade como gosto, mas garanto que se você começar o drama sem esperar mais que um clichê bobinho pode se divertir muito mesmo assim.

Hoje é dia de falar de um sageuk, felizmente! Este é o segundo drama coreano de época lançado neste ano, e claro que não poderia deixar de escrever sobre ele aqui. Para quem não sabe, este é o meu tipo de drama favorito e vocês devem estar cansados de me ver falando daquele post com os motivos para assistir sageuks, mas eu estou colocando o link aqui novamente porque sempre chega novos leitores no blog (obrigada, lindinhos) e não canso de falar que sageuks são sim muito bons, embora poucos gostem.

Hoje é sobre Haechi e eu estou incrivelmente atrasada nesse post. Era pra ter vindo aqui há um mês atrás e olha só. Perdão, mas às vezes precisamos deixar a lista de doramas crescer (e de posts!) para fazer as atividades da vida real.

Haechi é um drama que aborda política, justiça, corrupção e poder, mas com um roteiro que caminha diferente do usual mesmo com esses clichês de dramas de época como assunto principal. A trama desenvolve bem os personagens, que são cativantes e formam um dos grupos de companheiros e amigos que mais gostei nessa vida dorameira. Lealdade, companheirismo e cuidado com o povo e os necessitados, também são assuntos tratados em Haechi, e a emoção é real.

A primeira temporada de Waikiki foi, sem dúvidas, um dos dramas mais populares de 2018, e com razão, né? Os personagens da guest house mais queridinha dos dorameiros faziam nossos dias mais felizes, principalmente para quem assistia a noite depois de um dia exaustivo no trabalho – cof cof, eu mesma.

Quando a segunda temporada foi anunciada, nunca vi os dorameiros tão felizes – bom, depois eu vi algo parecido e foi com Kim Jae Wook confirmado para uma comédia romântica, mas eu falo disso quando vier escrever sobre Her Private Life, haha –  O problema foi quando o anúncio triste veio: os atores da primeira temporada não estariam presentes na segunda, somente o Lee Yi Kyung, que faz o Jun Ki no drama.

Acredito que se não fosse os problemas envolvendo os atores principais até seria possível manter o mesmo elenco. Mas pra quem não sabe, o Son Seung Won que interpretou o Doo Sik se envolveu em polêmicas, ele dirigiu bêbado e causou acidentes por diversas vezes até que ele foi preso, finalmente, porque merece pagar pelo que fez sim. E o Kim Jung Hyun que interpretou o Kang Dong Gu estava com problemas de saúde e entrou num hiatus repentino para se cuidar, esperamos que ele fique bem logo. Sendo assim, não faria sentido voltar com o resto do elenco já que as personagens femininas estavam ligadas a eles. Infelizmente. 🙁

Mas a produção fez uma boa escolha de manter o personagem do Yi Kyung, que querendo ou não, foi um dos destaques da primeira temporada e agora ele é quem introduz os novos personagens, dando “sentido” pra coisa.

Claro que eu senti falta do elenco da primeira temporada. Sem dúvidas. Mas pouco antes de começar a segunda já estava com o pensamento de que eu tentaria essa nova temporada de coração aberto, afinal, a culpa não era de ninguém, muito menos dos novos atores escolhidos, e esses são atores que eu gosto muito também, então só desejava que fosse mais um sucesso.

“O que? Mais um drama de padre nesses dias? É… sei não.” – essa era eu, quando vi os primeiros posters de The Fiery Priest.
“Adorei! Tô rindo muito, nada a ver com o que eu imaginava” – essa era eu após os primeiros episódios!
MELHOR drama da temporada! Padre Kim te amo!” – eu na metade do drama.
QUE DRAMA SENSACIONAL, quero segunda temporada pra ontem e me dá aqui todos os dramas que Kim Nam Gil já fez!” – eu após ver os últimos episódios.

Tá bom, né? Preciso continuar escrevendo o post? Haha. Preciso sim, porque quero falar de tanta coisa boa que esse drama tem.

The Fiery Priest é um drama de comédia e ação com uma história que apesar de ser simples, tem personagens fortes com um excelente desenvolvimento e um elenco que fez toda a diferença. A produção também é impecável, tornando um dos melhores dramas do gênero.