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Lembro de ter reclamado pelo menos 365 vezes em 2018 por não ter quase nenhum drama de época, e cá estamos nós, quase no fim de 2019 — porque o tempo passa voando — e reclamo de não ter tempo para assistir a todos os lançamentos, principalmente os vários dramas de época que foram lançados e os que ainda serão em 2019.

E este, sendo mais um post da categoria “eu deveria ter falado desse drama há um tempão” chegou agora, e na frente de muitos pois eu não queria perder a oportunidade de fazer meu comeback nesse site em grande estilo, não é mesmo? Vamos logo ao que interessa.

“As pessoas são as raízes da nação. Sem raízes, uma nação cairá. Somos meros camponeses, mas não podemos ignorar o fato de que nossa nação está caindo. Então, nós levantamos nossa bandeira da justiça. Salvar as pessoas. Esse é o nosso voto.” – Nokdu Flower

Nokdu Flower é um sageuk baseado em fatos históricos. O tempo da narrativa é justamente nas revoluções que deram origem a um dos momentos mais turbulentos para os coreanos. A trama é repleta de personagens inspiradores, que com suas histórias cativam e emocionam. Os quatro personagens principais estão conectados embora seus objetivos e perspectiva sejam completamente diferentes.

O drama de época que se passa longe dos palácios foca na luta de um povo que está quase sem esperanças. E essa luta é duradoura, sofrida e trágica, no entanto a mensagem que fica é de esperança e coragem.

“Não é porque estou perdido que significa que sou um perdedor.” Com essa frase de Lost do Coldplay começo a resenha de Where The Lost Ones Go, um drama chinês que enche os olhos em ambientação e fotografia de iluminações variadas, porém traz reflexões obscuras sobre a vida. Quer entender o porquê dessa dualidade? Como funciona a sofrência pros chineses, ao menos em 2017? Acompanhe a resenha e ponha a OST pra tocar (já de antemão pedindo desculpas por ter achado apenas as músicas em mandarim, pois por incrível que pareça a OST em inglês foi impossível de encontrar, mesmo procurando por trechos com meu inglês quebrado >__<).

Where The Lost Ones Go | 可惜不是你 | também conhecido como: Unfortunately Not You , I’m Sorry It’s Not You |

Episódios: 24 | Emissora: Hunan TV | Trasmissão: 21/Novembro – 11/Dezembro/2017

Sinopse: A estória do primeiro amor entre dois jovens estudantes de Arte que os levam a uma jornada inesquecível. Ye Zi, uma das alunas principais de pintura tradicional chinesa e Xiang Ze Yi, um importante aluno em pintura a óleo, se conheceram e se apaixonaram na época de faculdade. No entanto, Ye Zi se encontrou de coração partido quando Xiang Ze Yi a deixou de repente, sem dizer uma palavra. Anos mais tarde, Ye Zi tornou-se uma famosa ilustradora de mangá. Na esperança de voltarem a ficar juntos, Xiang Ze Yi voltou a encontrá-la trazendo a confissão do que aconteceu e por que ele teve que deixá-la. Como Ye Zi vai reagir? O que ela decidirá? (via My Drama List, tradução adaptada).

Hoje é dia de falar de um sageuk, felizmente! Este é o segundo drama coreano de época lançado neste ano, e claro que não poderia deixar de escrever sobre ele aqui. Para quem não sabe, este é o meu tipo de drama favorito e vocês devem estar cansados de me ver falando daquele post com os motivos para assistir sageuks, mas eu estou colocando o link aqui novamente porque sempre chega novos leitores no blog (obrigada, lindinhos) e não canso de falar que sageuks são sim muito bons, embora poucos gostem.

Hoje é sobre Haechi e eu estou incrivelmente atrasada nesse post. Era pra ter vindo aqui há um mês atrás e olha só. Perdão, mas às vezes precisamos deixar a lista de doramas crescer (e de posts!) para fazer as atividades da vida real.

Haechi é um drama que aborda política, justiça, corrupção e poder, mas com um roteiro que caminha diferente do usual mesmo com esses clichês de dramas de época como assunto principal. A trama desenvolve bem os personagens, que são cativantes e formam um dos grupos de companheiros e amigos que mais gostei nessa vida dorameira. Lealdade, companheirismo e cuidado com o povo e os necessitados, também são assuntos tratados em Haechi, e a emoção é real.

Esse foi um dos dramas mais esperados de 2019. Pra ser mais exata, era um drama esperado desde o fim de Goblin e que nem sabíamos se um dia ia existir de fato. Mas a dona tvN lindíssima é a emissora rainha do fanservice e deu um presentão para nós dorameiros.

Touch Your Heart, ou “spin off de Goblin” como eu gosto de chamar, porque é quase isso mas tvN não assumiu, veio pra trazer alegria aos coraçõezinhos que ficaram devastados com o casal secundário de Goblin, a Sunny e o Ceifador. Aquele casal que eu falei muito aqui no blog, falei no twitter, falei com as amigas pessoalmente, e que eu amava demais. ❤

Mas uma coisa é fato, a tvN pegou um roteiro bem clichêzinho e jogou nosso casal lá. Claramente se fossem outros atores, o drama não teria nem sido comentado como foi. Mas outro fato é que nós pedimos isso, pedimos um doraminha bem docinho com eles porque já sofreram demais anteriormente, e a tvN atendeu. E claro que mesmo sendo bem clichê e sem nada de extraordinário, vim aqui falar desse drama por motivos de: Ceifador e Sunny em suas novas vidas. Brincadeira, não só por isso.

Atenção: Esse drama pode causar excesso de aperto no coração, mas também vem acompanhado de boas risadas e depois de muito choro um sentimento inexplicavelmente bom. Não recomendado para dorameiros de coração fraco.

E eu poderia terminar esse post aqui com esse aviso, mas não, porque preciso dizer ainda o quanto esse drama é belo.

The Light In Your Eyes, ou Dazzling como também é chamado, é um drama mais curto que os “normais”, com apenas 12 episódios. Mas sua história é densa e impactante. O roteiro é uma obra prima, aborda assuntos como família, amizades e a importância do tempo e da vida.

You’ve got a smile I want to see/ You’ve got a heart to carry me ♫♪

Olá dorameiros que curtem uma lição de vida, vim panfletar mais um drama pra vocês! Live esteve esquecido em minha lista por um bom tempo mas, após assistir dois dramas no ar, eu precisava olhar com mais atenção aos títulos já completos e disponíveis nas plataformas online e pra falar a verdade eu não me lembro ao certo o que me fez começar Live. Talvez as frustrações por ter droppado muitos títulos antes, por querer dar mais uma chance para um drama pouco falado (como aconteceu com Prison Playbook) e também o gênero policial que vem interessando em razão de suas investigações conduzirem o ritmo do drama e dificilmente fazerem você querer largá-lo… porém, Live foi além disso e me surpreendeu em sua profundidade.

Põe a OST pra tocar e vamos conhecer cada pedaço que compõe essas estórias em mais uma obra-prima de Noh Hee Kyung, autora de Dear My Friends e It’s Okay That’s Love.

Live | 라이브
Episódios: 18 | Emissora: tvN/Netflix | Trasmissão: 10/Março – 06/Maio/2018

Olha só eu postando em 2019 o texto que era pra ter sido publicado em 2018. Hahaha. Mas estamos ainda na primeira semana do ano, então tá valendo, certo?! Espero que sim. E como passaram a virada de ano?

Como já virou costume, após a premiação do LoveCode Awards que é a opinião da maioria dos leitores e seguidores, faço um post com a minha opinião dos dramas do ano e meu TOP 10 e hoje é com esse especial de fim de ano dorameiro que venho aqui, só que dessa vez com uma retrospectiva grandinha, perdão pelo textão. – haha bora!

2018 foi um ano complicado no mundo dorameiro. Não tivemos uma grande quantidade de dramas excelentes como em outros anos, foram poucos os que vi e foram pra lista de melhores, ainda mais raro são aqueles que eu poderia adicionar na minha lista de favoritos da vida. Confesso que antes de começar esse post, eu pensei em somente uns 5 dramas que eu indicaria, depois revi minha lista de dramas vistos em 2018 e até que deu pra incluir alguns que eu não lembrava, mas ainda assim valem a pena e acabei chegando a conclusão que pode não ter tido muitos dramas incríveis, mas alguns em especial valeram o ano.

E chegamos na segunda etapa do LoveCode Awards 2018 🏆 e eu continuo indignada como tempo está passando rápido, socorro!

Fiquei tão feliz, porque esse ano tivemos muito mais indicações, foi até mais difícil pra selecionar as mais votadas, hahaha, mas eu amo tanto essa interação, poder conversar, discutir e saber a opinião de todo mundo que é sempre tão diferente. A gente acaba descobrindo pontos positivos sobre determinados dramas e ainda nos divertimos muito. Sério, eu amo demais isso, e amo vocês! 💖 Já disse que sem vocês, nada disso teria graça! Muito obrigada por tudo!

Pra quem não sabe o que é a brincadeira pode ir no post anterior onde eu explico tudinho.  Mas vamos relembrar as etapas:

1ª Etapa: Indicados – Pré Votação – até 16/12/2018
2ª Etapa: Votação Final – de 18/12/2018 a 26/12/2018 (estamos aqui!)
3º Etapa: Resultados! (ainda estou definindo o dia que vai dar pra postar por ser fim de ano, perdoem. Mas provavelmente até a 5/01/2019)

Bom, continuando…

Esses dias terminei mais um drama, e esse especialmente foi daqueles que não tive pressa nenhuma. Primeiro porque não queria que acabasse, segundo porque queria aproveitar cada partezinha dele. É daqueles dramas pesados em sentimentos, mas com diálogos excelentes e personagens que nos cativam a cada episódio. O drama é da mesma roteirista de Stranger e foi exibido também na Netflix.

Apesar de ser um drama médico, Life aborda política, negócios e questões sociais. Com personagens fortes, complexos e uma história bem escrita, o drama é sobre perspectivas conflitantes entre médicos e a administração de um hospital universitário.

“O que será de mim com minhas segundas e terças-feiras voltando ao normal? O que será de mim sem ter o pensamento de sair do trabalho correndo pra ver meu querido Latinha?” Isso é o que eu tinha escrito no começo da resenha que iniciei logo depois do drama ter terminado mas não pude concluir por diversos problemas. Um deles foi que o blog ficou fora do ar durante um tempo devido às mudanças de hospedagem, depois minha vida virou uma corrida sem descanso e agora finalmente pude voltar aqui. Vocês pensaram que eu ia deixar de falar desse drama? Mas de jeito nenhum! Me perdoem e não desistam de mim, por favor!

Are You Human Too? já tinha terminado de gravar em novembro de 2017 e como uma boa fã do Seo Kang Joon não preciso nem comentar que eu era ansiedade todinha, né?! Por conta de ser um drama cheio de efeitos especiais, ele foi totalmente produzido antes de ir ao ar.

E para minha surpresa, quando finalmente estreou não só fiquei encantada de novo pelo ator, como achei uma história bem diferente de todos os dramas que já vi. E pra deixar já minha maior indignação aqui: como eu consegui shippar tanto um robô e uma humana?! Bom, vou citar todos os detalhes do meu amor ao longo do post.