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Hoje vou falar de Beautiful World, um drama que terminou há alguns meses já, mas ainda não esqueci dele e queria muito vir comentar sobre. Afinal, este é um drama que poucos deram chance e ainda assim, vi algumas pessoas comentarem ter desistido no meio do caminho. Porém na minha opinião, foi um drama excelente e com uma temática sensível e muito importante. De fato, é um melodrama, por isso não agrada a todos, entendo perfeitamente.

Há também aqueles que começaram justamente pela presença do Nam Da Reum no elenco, pela primeira vez como um protagonista e não como a versão mais jovem de alguém. Acontece que apesar dele ser protagonista, há outros personagens, como seus pais, por exemplo, e estes estão muito mais presentes na história. Logo, se você espera ver Nam Da Reum o tempo todo, não é bem assim que será, mas saiba que vale a pena a pena sofrer e sentir raiva porque no fim, o drama tem uma linda mensagem. 

Bom, eu adoro melodramas com profundidade, por isso Beautiful World foi muito bom pra mim. Agora segue a resenha para eu explicar o que esse drama tem de especial.

Quem não ouviu falar nem alguma coisinha sobre Romance Is a Bonus Book nos últimos, hein? Foi um dos dramas mais falados desde a notícia com a confirmação do elenco até os seus últimos episódios indo ao ar. E não é pra menos, claro que os dramas do Lee Jong Suk sempre fazem sucesso, independente se você é do time das amantes do ator, ou se você é do time das que não vê nada demais demais nele.

No twitter, as dorameiras sempre entram na discussão: Lee Jong Suk bonito ou feio. Lee Jong Suk talentoso ou não. Mas independente de qual time você seja, uma coisa é fato, ele é famoso e tudo que ele faz vira hit. E eu falo isso fazendo parte do time que não vê nada demais nele (perdão, desde já, não me matem haha). Mas reconheço que que o moço sabe escolher bem os dramas, e Romance Is A Bonus Book foi o meu favorito da carreira dele.

Pra quem não esperava nada do drama, como eu, pode-se ter uma grata surpresa. É um drama que não demonstrava ser nada além de um romancinho meloso, mas conquistou os dorameiros por focar na história da protagonista que tem uma vida complicada após retornar para a carreira profissional depois de anos. Além disso, o ambiente da trama é o mundo das editoras e dos livros, e o tom poético acompanha a história e dá um toque especial.

Desde o início de 2018 a JTBC, emissora a cabo sul coreana, vem abordando em seus dramas, diversos tópicos marcantes e pouco explorados. Comentei sobre alguns dramas da JTBC no post de retrospectiva de 2018. Para fechar o ano com chave de ouro e ainda iniciar bem 2019, a emissora resolveu tratar sobre um tema que alguns dramas até chegaram a tocar no assunto, mas jamais com essa profundidade escancarada sobre a ganância das famílias ricas em tornar seus filhos os melhores numa sociedade que aparentemente já tem tudo.

SKY Castle foi líder de audiência e bateu o recorde de dramas em emissoras pagas, ultrapassando Goblin e Reply 1988. Foi sucesso absoluto na Coreia sendo comentado por diversos artistas e programas de televisão. Aqui no Brasil, o sucesso entre os dorameiros foi o mesmo assim que mais e mais pessoas começaram a assistir ao drama. SKY Castle merece todo essa conquista sim.

Não acompanhei SKY Castle com a Coreia, e nem sei por que, sendo que costumo acompanhar a maioria dos dramas que estão sendo exibidos semanalmente. Mas depois de muita gente ter comentado sobre o quanto o drama estava bom eu resolvi fazer uma maratona quando estava no episódio 18. Assisti ao primeiro e segundo episódio, dei uma pausa de uma semana porque a vida ficou corrida, na semana seguinte comecei a ver o terceiro, quarto, quinto, quando vi já estava no 19! Eu passei um fim de semana inteiro vendo SKY Castle e não me arrependo de nada. Pelo contrário, maratonar esse drama foi incrível, e acho que a experiência para mim, foi ainda melhor do que se tivesse acompanhado semanalmente.

Acho que estou mesmo numa fase dramas mais pesados. Viciei em Children of Nobody como vocês bem sabem e não parei por aí. Maratonei Sky Castle recentemente e logo venho postar a resenha, mas também terminei outro que foi surpreendente, ele é Less Than Evil.

Less Than Evil é a versão coreana da série original britânica Luther, que tem 5 temporadas e ainda está em exibição pela BBC. Como não vi a versão original, não posso fazer comparativo. Por isso este post, é um texto somente com minhas impressões sobre Less Than Evil, a versão coreana. Lembrando que o drama é recomendado para maiores de 18 anos por ser ter muitas cenas pesadas.

 

E o post de hoje é sobre um drama que já acabou há quase um mês, mas só consegui escrever o texto agora. Heheh. Perdão, é que eu estava/estou na correria com a premiação do LoveCode Awards. Mas voltei e vamos logo ao que interessa, né?

Where Stars Land (Fox Bride Star) é um drama muito bonitinho com personagens adoráveis em um contexto bem diferente no mundo dos k-dramas. A história é situada em um aeroporto, mas aqui o foco são as pessoas que trabalham nele, e não, não são pilotos ou aeromoças. Além disso temos um protagonista bem misterioso, com super poderes será?

Depois de organizar as coisas para a premiação do LoveCode Awards 2018 e o sorteio lá nas redes sociais, posso voltar com tranquilidade pra colocar em dia as resenhas que estou devendo por aqui.

E hoje vamos falar sobre The Beauty Inside, o drama da JTBC que foi inspirado no filme Beauty Inside lançado em 2015. O filme ganhou vários prêmios e ficou famoso rapidamente pela sua história emocionante e elenco de peso. Por isso, a ansiedade pelo drama era ainda maior. Acontece que o drama acabou mudando algumas coisas na história e inserindo outras, claro, totalmente compreensível já que teriam que transformar duas horas em 16.

The Beauty Inside é um drama com uma mensagem bonita sobre aceitação, mas diferentemente do filme, tem um tom mais cômico e leve. Gostei muito de acompanhar o drama, principalmente porque até os personagens secundários me cativaram, mas no post explico mais sobre alguns pontos que também não foram tão bons assim.

Vocês acreditam que 2018 passou assim tão rápido que a gente nem viu?! Eu estou escrevendo esse post agora pensando que parece que foi ontem que eu comecei a brincadeira por aqui. Chocada, mas vamos ao que interessa…

O LoveCode Awards 2018 começou!

Pra quem ainda não conhece: O Love Code Awards é uma brincadeira virtual para saber a opinião dos dorameiros e consiste em votar nos melhores dramas do ano, assim como os melhores casais, melhores atores, trilha sonora, emissora… enfim, é hora de escolher aqueles dramas que te fizeram surtar muito (ou não) durante o ano.

Eu não sei vocês, mas adoro brincadeiras de votações assim porque é divertido ver as opiniões tão diversas dos dorameiros. Além disso, nós nem sempre concordamos com os vencedores das premiações coreanas, né? Mas vamos ser sinceros, esse ano tiveram pouquíssimos dramas que eu adicionei na minha lista de favoritos da vida. Foi tudo muito fraquinho, infelizmente,  mas acho que ainda dá pra votar no restinho que sobra, certo? haha

E o post de hoje é sobre um drama que terminou recentemente e eu vi pouquíssimas pessoas comentando sobre ele. Talvez o gênero não agrade todo mundo, talvez por não ter romance… Talvez. Só sei que foi um dos dramas atuais que mais gostei de acompanhar.

The Player é um drama sobre vigaristas se unindo para pegar criminosos corruptos que a polícia coreana não consegue sozinha (🙄 novidade! hahah brincadeiras a parte. Só digo isso porque dorameiros estão calejados de saber que pelo menos nos dramas, a polícia é sempre lerda). O roteiro é bem desenvolvido misturando a temática principal com vinganças pessoais dos personagens, mas o mais interessante de acompanhar mesmo foi a união e companheirismo que se formam nessa equipe de jogadores que não estão nem aí para o que vai acontecer com eles desde que seus objetivos sejam concluídos.

Amo uma família. 💛

Eu esperei tanto por esse drama que vocês não fazem ideia. Primeiramente porque seria o primeiro drama do Yang Se Jong depois de Temperature of Love, o qual abandonei antes da metade porque fiquei decepcionada demais com o andamento sem graça dele. Então a ansiedade de vê-lo num drama bom estava me consumindo. Além disso, a Shin Hye Sun foi escalada para ser protagonista pela primeira vez (em um drama curto, porque ela protagonizou também My Golden Life) e eu gosto tanto da atriz, fiquei tão orgulhosa dela finalmente ser protagonista de um drama que mais gente pode ver e assim receber mais atenção. Tudo nesse drama me chamava atenção, mas confesso que não esperava que fosse me conquistar tanto assim.

Thirty But Seventeen tem bom humor, inocência, doçura e leveza num enredo lindo sobre cura pessoal, superação e romance. 💘

Olá dorameiros, muitos de vocês já viram esse drama que eu sei. Foi um dos surtos dos últimos dramas lançados. Mas me conta, quem aí estava com saudades de um draminha universitário, hein?! Desde Cheese In The Trap venho desejando algo do mesmo estilo, que aborde problemas que jovens passam nessa época da vida e com uma pegada cômica, leve e gostosinha.

My ID Gangnam Beauty tem tudo isso, mas com uma temática principal bem diferente de todos os dramas que vi. Tratando sobre padrões de beleza e cirurgia plástica o drama me conquistou com seu roteiro leve e personagens excelentes, principalmente as personagens femininas.