Author

Mari

Browsing

“Eu acho que Hwi e Sun Ho eram o sol e a lua em suas vidas passadas. É por isso que eles são tão inseparáveis nessa vida.”

Há algum tempo atrás, já comentei sobre o drama do qual venho falar hoje e provavelmente vocês já me viram elogiar muito esse sageuk. No post anterior, fiz uma análise sobre o personagem Lee Bang Won (em algumas leituras escreve-se também Yi Bang Won), que está presente tanto em My Country como em Six Flying Dragons e outros dramas coreanos. Ele não é o personagem principal de My Country, mas é sem dúvidas, alguém que se sobressai.

Neste post, venho falar exclusivamente de My Country, o drama do ano passou que roubou atenção logo no anúncio do elenco e após seu lançamento conquistou um grande número de fãs.

My Country: The New Age é um drama de época que mistura fatos reais de um contexto histórico turbulento e importante para a Coreia e personagens fictícios envolvidos nesse momento. Inovando na temática, a história vai muito além de uma briga pelo trono.

Chegamos ao fim da brincadeira de fim de ano! Depois de 2 etapas de indicações e votações, os resultados finalmente estão no ar!

Se você não viu nada sobre a premiação e chegou aqui de paraquedas, pode ir no primeiro post da série para entender a brincadeira. 😉 Mas resumindo tudo rapidinho: o LoveCode Awards é uma premiação organizada pela equipe do blog para saber a opinião dos dorameiros brasileiros. Através de indicações e votos de todos, reunimos os finalistas de melhores dramas do ano de 2019.

Os votos foram feitos através do formulário aqui no blog e também pelo twitter. O resultado é a soma das duas votações. E foram tantos votos que demorei algumas horas para contabilizar tudo, mas muito feliz pela participação de todos vocês. ♥

E chegamos a segunda etapa do #LoveCodeAwards2019!

Depois de muitas indicações na primeira etapa, podemos seguir adiante. Este ano, tivemos muito mais indicações e apesar do trabalho todo para a contabilização, ficamos muito felizes por toda essa interação. Significa que o mundo dorameiro no Brasil continua crescendo, e com isso, que o LoveCode também continua crescendo. ♥ Obrigada de coração, pela participação e por todo apoio.

Mais um ano chegando ao fim, mais um ano com muitos dramas de dar o que falar e mais um ano que venho nessa época dar uma notícia que eu amo:

O LoveCode Awards 2019 começou e este ano, com muitas novidades!

Pra quem ainda não conhece:

O Love Code Awards é uma premiação e brincadeira para saber a opinião dos dorameiros. O objetivo é selecionar os melhores do ano em diversas categorias no entretenimento asiático. É hora de escolher aqueles dramas que te fizeram surtar muito (ou não) durante o ano.

“Ele é Bang Won, o quinto filho do general Yi. Dê uma boa olhada nele, pois ele roubará esta nação.” – My Country: The New Age

Yi Bang Won é uma das mais importantes figuras na história coreana. Ele foi o terceiro rei da dinastia Joseon (1392-1897) e não somente esteve presente, como também foi peça fundamental nos conflitos que puseram fim a Goryeo (918-1392). Yi Bang Won foi filho do rei Taejo, também conhecido como general Yi Seong Gye, fundador e primeiro rei da dinastia Joseon.

Para quem costuma acompanhar dramas de época coreanos, provavelmente já viu muito sobre esses dois homens. Além de Six Flying Dragons (2015) e My Country (2019) que contam histórias girando em torno desses personagens, temos Tree with Deep Roots (2011) que segue a história da próxima geração, também vemos dramas em que eles são citados, como no recente Nokdu Flower (2019). Sempre associados a representação de grandes homens, embora o ponto de vista sobre o caráter deles mude de acordo com a obra .

Como já faz um tempinho que não venho falar de variety show, resolvi trazer hoje mais um post daqueles que estou devendo há alguns meses.

Talvez você tenha me visto comentar sobre esse variety em alguma das minhas redes sociais, porque fiquei tão viciada que dei até uma de barista e chef copiando as receitas de algumas coisas que eles vendiam nesse café. Pois bem, a amante de cafés aqui chegou para fazer um post todinho elogiando Coffee Friends por todas suas cenas apetitosas e também pela boa causa que é o objetivo do programa.

Raramente venho escrever sobre dramas chineses e o motivo é que eu raramente assisto aos c-dramas mesmo. Num belo dia, eu estava passeando pelo catálogo de dramas asiáticos da Netflix quando um deles me chamou atenção pelo título: “The Rise of Phoenixes”. A palavra “phoenixes” me deu a impressão de ser um drama com personagens marcantes, e quando assisti ao trailer, meus olhos não conseguiam desgrudar da tela ao ver cenas tão belas e uma história aparentemente promissora.

The Rise of Phoenixes é sobre poder, vingança e amor. Se passa na antiga China, onde duas pessoas destinadas ao ódio e ressentimento se erguem para cumprir seus objetivos, mas seu envolvimento pode se tornar muito mais perigoso quando um romance também está em jogo.

Lembram que há alguns meses, escrevi um post aqui no blog sobre uma campanha para trazer um streaming de doramas para o Brasil?

A campanha foi a #KocowaComeToBrazil, uma ideia que surgiu no twitter do Blog Além Do Que Se Vê junto a outros blogs e dorameiros usuários da rede social.

Através de inúmeros tweets usando a hashtag #KocowaComeToBrazil, conseguimos chamar a atenção da empresa Kocowa, o streaming de dramas coreanos. E na época, a própria chegou a entrar em contato para mostrar seu interesse no público brasileiro.

E com grande alegria, venho hoje dizer que a campanha deu resultado, e o streaming chegou no Brasil oficialmente no dia 12 de agosto com muitas vantagens para o público brasileiro.

Fui convidada pelo Kocowa para testar a plataforma e o resultado foi: amor. Agora continua comigo no post para saber mais sobre o que estou achando das funcionalidades do streaming.

Lembro de ter reclamado pelo menos 365 vezes em 2018 por não ter quase nenhum drama de época, e cá estamos nós, quase no fim de 2019 — porque o tempo passa voando — e reclamo de não ter tempo para assistir a todos os lançamentos, principalmente os vários dramas de época que foram lançados e os que ainda serão em 2019.

E este, sendo mais um post da categoria “eu deveria ter falado desse drama há um tempão” chegou agora, e na frente de muitos pois eu não queria perder a oportunidade de fazer meu comeback nesse site em grande estilo, não é mesmo? Vamos logo ao que interessa.

“As pessoas são as raízes da nação. Sem raízes, uma nação cairá. Somos meros camponeses, mas não podemos ignorar o fato de que nossa nação está caindo. Então, nós levantamos nossa bandeira da justiça. Salvar as pessoas. Esse é o nosso voto.” – Nokdu Flower

Nokdu Flower é um sageuk baseado em fatos históricos. O tempo da narrativa é justamente nas revoluções que deram origem a um dos momentos mais turbulentos para os coreanos. A trama é repleta de personagens inspiradores, que com suas histórias cativam e emocionam. Os quatro personagens principais estão conectados embora seus objetivos e perspectiva sejam completamente diferentes.

O drama de época que se passa longe dos palácios foca na luta de um povo que está quase sem esperanças. E essa luta é duradoura, sofrida e trágica, no entanto a mensagem que fica é de esperança e coragem.

Quem lembra do tão falado Something In The Rain do ano passado? Não cheguei a fazer resenha dele pois não terminei o drama, mas comentei um pouco no post de melhores do ano. Não como um dos “meus melhores”, mas como um dos populares. Aquele drama foi polêmico e eu quase não vi meio termo, a pessoa amava ou odiava. Simples assim.

E por que estou falando dele nesse post? Bom, simplesmente porque a roteirista Kim Eun, de Something In The Rain resolveu juntar-se novamente com o mesmo diretor Ahn Pan Seok e o mesmo ator protagonista Jun Hae In num novo drama: One Spring Night, o qual é o assunto deste post.

E pra quem viu um, é impossível ver o outro sem comparar e pensar em todas as semelhanças, afinal as características do diretor são bem únicas, e o enredo também possuí algumas similaridades, principalmente na temática sobre dificuldades de um casal ao desconstruir certos pensamentos. É parecido, mas é diferente.Eu não terminei de ver Something porque eu não estava na vibe e alguns problemas do roteiro me fizeram desanimar, mas aqui a questão não é essa, não pretendo fazer um comparativo nesse post. Vou apenas comentar sobre One Spring Night. Então, bora comigo para a resenha.