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Como já faz um tempinho que não venho falar de variety show, resolvi trazer hoje mais um post daqueles que estou devendo há alguns meses.

Talvez você tenha me visto comentar sobre esse variety em alguma das minhas redes sociais, porque fiquei tão viciada que dei até uma de barista e chef copiando as receitas de algumas coisas que eles vendiam nesse café. Pois bem, a amante de cafés aqui chegou para fazer um post todinho elogiando Coffee Friends por todas suas cenas apetitosas e também pela boa causa que é o objetivo do programa.

Raramente venho escrever sobre dramas chineses e o motivo é que eu raramente assisto aos c-dramas mesmo. Num belo dia, eu estava passeando pelo catálogo de dramas asiáticos da Netflix quando um deles me chamou atenção pelo título: “The Rise of Phoenixes”. A palavra “phoenixes” me deu a impressão de ser um drama com personagens marcantes, e quando assisti ao trailer, meus olhos não conseguiam desgrudar da tela ao ver cenas tão belas e uma história aparentemente promissora.

The Rise of Phoenixes é sobre poder, vingança e amor. Se passa na antiga China, onde duas pessoas destinadas ao ódio e ressentimento se erguem para cumprir seus objetivos, mas seu envolvimento pode se tornar muito mais perigoso quando um romance também está em jogo.

Lembram que há alguns meses, escrevi um post aqui no blog sobre uma campanha para trazer um streaming de doramas para o Brasil?

A campanha foi a #KocowaComeToBrazil, uma ideia que surgiu no twitter do Blog Além Do Que Se Vê junto a outros blogs e dorameiros usuários da rede social.

Através de inúmeros tweets usando a hashtag #KocowaComeToBrazil, conseguimos chamar a atenção da empresa Kocowa, o streaming de dramas coreanos. E na época, a própria chegou a entrar em contato para mostrar seu interesse no público brasileiro.

E com grande alegria, venho hoje dizer que a campanha deu resultado, e o streaming chegou no Brasil oficialmente no dia 12 de agosto com muitas vantagens para o público brasileiro.

Fui convidada pelo Kocowa para testar a plataforma e o resultado foi: amor. Agora continua comigo no post para saber mais sobre o que estou achando das funcionalidades do streaming.

Lembro de ter reclamado pelo menos 365 vezes em 2018 por não ter quase nenhum drama de época, e cá estamos nós, quase no fim de 2019 — porque o tempo passa voando — e reclamo de não ter tempo para assistir a todos os lançamentos, principalmente os vários dramas de época que foram lançados e os que ainda serão em 2019.

E este, sendo mais um post da categoria “eu deveria ter falado desse drama há um tempão” chegou agora, e na frente de muitos pois eu não queria perder a oportunidade de fazer meu comeback nesse site em grande estilo, não é mesmo? Vamos logo ao que interessa.

“As pessoas são as raízes da nação. Sem raízes, uma nação cairá. Somos meros camponeses, mas não podemos ignorar o fato de que nossa nação está caindo. Então, nós levantamos nossa bandeira da justiça. Salvar as pessoas. Esse é o nosso voto.” – Nokdu Flower

Nokdu Flower é um sageuk baseado em fatos históricos. O tempo da narrativa é justamente nas revoluções que deram origem a um dos momentos mais turbulentos para os coreanos. A trama é repleta de personagens inspiradores, que com suas histórias cativam e emocionam. Os quatro personagens principais estão conectados embora seus objetivos e perspectiva sejam completamente diferentes.

O drama de época que se passa longe dos palácios foca na luta de um povo que está quase sem esperanças. E essa luta é duradoura, sofrida e trágica, no entanto a mensagem que fica é de esperança e coragem.

Quem lembra do tão falado Something In The Rain do ano passado? Não cheguei a fazer resenha dele pois não terminei o drama, mas comentei um pouco no post de melhores do ano. Não como um dos “meus melhores”, mas como um dos populares. Aquele drama foi polêmico e eu quase não vi meio termo, a pessoa amava ou odiava. Simples assim.

E por que estou falando dele nesse post? Bom, simplesmente porque a roteirista Kim Eun, de Something In The Rain resolveu juntar-se novamente com o mesmo diretor Ahn Pan Seok e o mesmo ator protagonista Jun Hae In num novo drama: One Spring Night, o qual é o assunto deste post.

E pra quem viu um, é impossível ver o outro sem comparar e pensar em todas as semelhanças, afinal as características do diretor são bem únicas, e o enredo também possuí algumas similaridades, principalmente na temática sobre dificuldades de um casal ao desconstruir certos pensamentos. É parecido, mas é diferente.Eu não terminei de ver Something porque eu não estava na vibe e alguns problemas do roteiro me fizeram desanimar, mas aqui a questão não é essa, não pretendo fazer um comparativo nesse post. Vou apenas comentar sobre One Spring Night. Então, bora comigo para a resenha.

Olá [email protected] lutando contra o preconceito, aqui quem escreve é a eds, surtadíssima! Antes de mais nada, quero deixar registrado que esse post é uma opinião super leiga no assunto BL (do inglês Boys Love, amor entre garotos) pois os 03 dramas que vou recomendar são justamente os únicos 03 que completei no gênero BL, que é um verdadeiro mundo à parte no universo dramaland, dentre seguimentos de tema que nos são oferecidos.

Vale salientar que, se comparado aos demais dramas, o BL funciona como webdrama, pois seu formato mini garante uma divulgação pesada em apps como LINE TV, além de sua grande maioria estar disponível no youtube com legenda em inglês. Mas não se preocupem, há fansubs pt-br especializados no gênero, com um catálogo atualizadíssimo, que irei indicar. Então, vamos em frente que atrás vem SHIP! E nessa viagem eu espero que você possa escolher o seu, ou assistir logo todos 😀 Cada um será recomendado no intuito de demonstrar o BL em 03 países: Taiwan, Tailândia e Japão, respectivamente.

Hoje vou falar de Beautiful World, um drama que terminou há alguns meses já, mas ainda não esqueci dele e queria muito vir comentar sobre. Afinal, este é um drama que poucos deram chance e ainda assim, vi algumas pessoas comentarem ter desistido no meio do caminho. Porém na minha opinião, foi um drama excelente e com uma temática sensível e muito importante. De fato, é um melodrama, por isso não agrada a todos, entendo perfeitamente.

Há também aqueles que começaram justamente pela presença do Nam Da Reum no elenco, pela primeira vez como um protagonista e não como a versão mais jovem de alguém. Acontece que apesar dele ser protagonista, há outros personagens, como seus pais, por exemplo, e estes estão muito mais presentes na história. Logo, se você espera ver Nam Da Reum o tempo todo, não é bem assim que será, mas saiba que vale a pena a pena sofrer e sentir raiva porque no fim, o drama tem uma linda mensagem. 

Bom, eu adoro melodramas com profundidade, por isso Beautiful World foi muito bom pra mim. Agora segue a resenha para eu explicar o que esse drama tem de especial.

“Não é porque estou perdido que significa que sou um perdedor.” Com essa frase de Lost do Coldplay começo a resenha de Where The Lost Ones Go, um drama chinês que enche os olhos em ambientação e fotografia de iluminações variadas, porém traz reflexões obscuras sobre a vida. Quer entender o porquê dessa dualidade? Como funciona a sofrência pros chineses, ao menos em 2017? Acompanhe a resenha e ponha a OST pra tocar (já de antemão pedindo desculpas por ter achado apenas as músicas em mandarim, pois por incrível que pareça a OST em inglês foi impossível de encontrar, mesmo procurando por trechos com meu inglês quebrado >__<).

Where The Lost Ones Go | 可惜不是你 | também conhecido como: Unfortunately Not You , I’m Sorry It’s Not You |

Episódios: 24 | Emissora: Hunan TV | Trasmissão: 21/Novembro – 11/Dezembro/2017

Sinopse: A estória do primeiro amor entre dois jovens estudantes de Arte que os levam a uma jornada inesquecível. Ye Zi, uma das alunas principais de pintura tradicional chinesa e Xiang Ze Yi, um importante aluno em pintura a óleo, se conheceram e se apaixonaram na época de faculdade. No entanto, Ye Zi se encontrou de coração partido quando Xiang Ze Yi a deixou de repente, sem dizer uma palavra. Anos mais tarde, Ye Zi tornou-se uma famosa ilustradora de mangá. Na esperança de voltarem a ficar juntos, Xiang Ze Yi voltou a encontrá-la trazendo a confissão do que aconteceu e por que ele teve que deixá-la. Como Ye Zi vai reagir? O que ela decidirá? (via My Drama List, tradução adaptada).

Antes de começar a falar desse drama, vou atualizar vocês um pouco sobre minha vida dorameira e os conteúdos do blog nas redes sociais pra quem não nos acompanha ainda por lá. Como a vida real está muito corrida, tenho visto poucos dramas ultimamente, mas fazendo o máximo para vir aqui falar deles mesmo assim. Por isso, não desistam de mim. ♥

Pra quem não viu, eu fiz uma maratona do drama clássico My Name Is Kim Sam Soon, e eu realmente adorei! Por que eu não vi antes? O drama é de 2005, e a protagonista é muito maravilhosa para uma personagem de dorama coreano “dessa época” e até pra 2019. Recomendo. Recentemente também entrei numa vibe de c-dramas e j-dramas, o que acho ótimo, algo que não fazia há muito tempo. Então vai ter resenha desses logo logo também.

E por mais que eu demore um pouco pra postar aqui no blog, estou sempre colocando as novidades sobre os lançamentos de dramas e filmes lá no Twitter do LoveCode. Se quiser ficar por dentro, é só seguir lá. Também posto essas novidades nos stories do Instagram.

Também atualizei a thread de frases lá no Twitter. Clica aqui para ver a thread todinha, e vocês também podem sugerir algumas frases pra colocar lá.

E sim, eu sei que tem vários dramas que terminaram antes The Secret Life Of My Secretary e que eu deveria fazer resenha, mas acabei passando esse na frente por ter sido um dos meus xodózinhos dos últimos dias. Mas não se preocupe que trago as resenhas dos outros em breve, talvez não tão breve assim, mas vai ter. 🙂


Agora vamos logo falar sobre o drama desse post: The Secret Life Of My Secretary.

Desde os primeiros episódios, The Secret Life Of My Secretary não passava de um clichêzinho para mim, mas em certo ponto da trama as coisas começaram a ficar mais interessantes e eu muito muito mais envolvida na história. Não é um drama diferentão, não tem muita profundidade como gosto, mas garanto que se você começar o drama sem esperar mais que um clichê bobinho pode se divertir muito mesmo assim.

Hoje é dia de falar de um sageuk, felizmente! Este é o segundo drama coreano de época lançado neste ano, e claro que não poderia deixar de escrever sobre ele aqui. Para quem não sabe, este é o meu tipo de drama favorito e vocês devem estar cansados de me ver falando daquele post com os motivos para assistir sageuks, mas eu estou colocando o link aqui novamente porque sempre chega novos leitores no blog (obrigada, lindinhos) e não canso de falar que sageuks são sim muito bons, embora poucos gostem.

Hoje é sobre Haechi e eu estou incrivelmente atrasada nesse post. Era pra ter vindo aqui há um mês atrás e olha só. Perdão, mas às vezes precisamos deixar a lista de doramas crescer (e de posts!) para fazer as atividades da vida real.

Haechi é um drama que aborda política, justiça, corrupção e poder, mas com um roteiro que caminha diferente do usual mesmo com esses clichês de dramas de época como assunto principal. A trama desenvolve bem os personagens, que são cativantes e formam um dos grupos de companheiros e amigos que mais gostei nessa vida dorameira. Lealdade, companheirismo e cuidado com o povo e os necessitados, também são assuntos tratados em Haechi, e a emoção é real.