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2018

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Eu sei, eu sei que estou atrasada quase um ano. Talvez você já conheça o programa que vou falar aqui hoje e está pensando “ué, mas esse post não deveria ter saído em 2017 ou 2018?”. É, pois é. Mas eu perdi a chance de ver o programa logo na época de exibição e cá estou eu apaixonada e grata pela indicação (várias e várias vezes, haha) da Irla, que foi quem me incentivou a ver esse reality em pleno 2019, mas que foi tão especial para mim. 💛

Não vou negar que se eu tivesse olhado Hyori’s Bed & Breakfast assim no catálogo da Netflix ou só visto o poster, nem teria dado uma chance. Mas de depois de tantas indicações dela e ela mencionando que eu iria me apaixonar pela amizade que é criada ao longo do programa não pude resistir. Parece bem simples, e de fato é. Não é um programa de humor, nem com provas e desafios, mas se torna muito gostosinho e acolhedor e vou explicar tudinho nesse post.

You’ve got a smile I want to see/ You’ve got a heart to carry me ♫♪

Olá dorameiros que curtem uma lição de vida, vim panfletar mais um drama pra vocês! Live esteve esquecido em minha lista por um bom tempo mas, após assistir dois dramas no ar, eu precisava olhar com mais atenção aos títulos já completos e disponíveis nas plataformas online e pra falar a verdade eu não me lembro ao certo o que me fez começar Live. Talvez as frustrações por ter droppado muitos títulos antes, por querer dar mais uma chance para um drama pouco falado (como aconteceu com Prison Playbook) e também o gênero policial que vem interessando em razão de suas investigações conduzirem o ritmo do drama e dificilmente fazerem você querer largá-lo… porém, Live foi além disso e me surpreendeu em sua profundidade.

Põe a OST pra tocar e vamos conhecer cada pedaço que compõe essas estórias em mais uma obra-prima de Noh Hee Kyung, autora de Dear My Friends e It’s Okay That’s Love.

Live | 라이브
Episódios: 18 | Emissora: tvN/Netflix | Trasmissão: 10/Março – 06/Maio/2018

Desde o início de 2018 a JTBC, emissora a cabo sul coreana, vem abordando em seus dramas, diversos tópicos marcantes e pouco explorados. Comentei sobre alguns dramas da JTBC no post de retrospectiva de 2018. Para fechar o ano com chave de ouro e ainda iniciar bem 2019, a emissora resolveu tratar sobre um tema que alguns dramas até chegaram a tocar no assunto, mas jamais com essa profundidade escancarada sobre a ganância das famílias ricas em tornar seus filhos os melhores numa sociedade que aparentemente já tem tudo.

SKY Castle foi líder de audiência e bateu o recorde de dramas em emissoras pagas, ultrapassando Goblin e Reply 1988. Foi sucesso absoluto na Coreia sendo comentado por diversos artistas e programas de televisão. Aqui no Brasil, o sucesso entre os dorameiros foi o mesmo assim que mais e mais pessoas começaram a assistir ao drama. SKY Castle merece todo essa conquista sim.

Não acompanhei SKY Castle com a Coreia, e nem sei por que, sendo que costumo acompanhar a maioria dos dramas que estão sendo exibidos semanalmente. Mas depois de muita gente ter comentado sobre o quanto o drama estava bom eu resolvi fazer uma maratona quando estava no episódio 18. Assisti ao primeiro e segundo episódio, dei uma pausa de uma semana porque a vida ficou corrida, na semana seguinte comecei a ver o terceiro, quarto, quinto, quando vi já estava no 19! Eu passei um fim de semana inteiro vendo SKY Castle e não me arrependo de nada. Pelo contrário, maratonar esse drama foi incrível, e acho que a experiência para mim, foi ainda melhor do que se tivesse acompanhado semanalmente.

Eu realmente achava que Memories of The Alhambra estaria nos meus favoritos de 2019.Hhaha. E quando penso nisso fico até triste. Nem sei porque estou escrevendo esse post agora, acho que a maioria das pessoas assistiram esse drama e o tanto que falei dele nas minhas redes sociais também já deu pra todo mundo saber minha opinião sobre ele. Mas vou usar esse post como um desabafo então, um desabafo sem spoilers, será que consigo?

Memories Of The Alhambra foi um daqueles dramas que eu não dava nada antes de começar. Fiquei tentada pelos visuais bonitos da Espanha nos teasers e obviamente pelos atores protagonistas: Hyun Bin e Park Shin Hye. Quando começou, a surpresa foi enorme. Fiquei encantada pela temática quase inexistente na dramalândia, os efeitos visuais muito bons para um dorama e uma história muito promissora. A temática é sobre jogos e realidade aumentada e vou comentar mais pra frente sobre a história.

Tudo estava maravilhoso, embora a cada episódio eu ainda tinha medo de que tudo podia ir por água abaixo. E quando um episódio terminava eu respirava aliviada dizendo “que dramão”. Nesses momentos eu esquecia um pouquinho que tudo podia mudar a qualquer momento. Bom, o roteiro começou a mostrar várias falhas e buracos na história. E vou falar a verdade: em mim, isso não tinha tanto impacto negativo. O que mais pesou foi que o andamento da história toda parece que empacou, parece que todas as teorias que o drama nos fez pensar foram inúteis, e no fim a história caminhou pra lugar nenhum. Eu também vou explicar mais detalhes sobre isso depois. Por enquanto é só minha introdução e eu já falei até demais.

O problema maior, é que por mais que eu tenha odiado a segunda metade do drama, gostei demais da primeira, de verdade, então pensa no quanto eu fico dividida ao falar de Memories. Eu gostei de acompanhar, apesar de tudo. E todo mundo teve opiniões tão diversas. Tem gente que odiou muito mais do que eu, enquanto tem gente que amou do começo ao fim.

Não sei nem como começar este texto. Abri o arquivo, digitei o nome do drama e só… fazem 28 minutos que estou encarando o documento em branco mas apreciando cada segundo da obra de arte que é a trilha sonora desse drama.

Não esperava absolutamente nada de Children of Nobody, eu nem estava cogitando começar o drama na verdade, porque li a sinopse e não me interessou. Acabei começando porque fiquei em dia com tudo que estava vendo e resolvi dar uma chance. Mas que grata surpresa, mas que surpresa MARAVILHOSA. Eu estou tão feliz que a primeira resenha do ano é sobre um dramão desses. Hahah nada como começar o ano assim, né? Quem sabe é um sinal.

Children of Nobody, também conhecido como Red Moon, Blue Sun é um suspense psicológico com uma temática pesada sobre abuso infantil. Um dos melhores dramas do gênero que já vi, o roteiro é genial e não há uma falha sequer ou ponta solta nesse drama. Intrigante, forte e cruel.

Olha só eu postando em 2019 o texto que era pra ter sido publicado em 2018. Hahaha. Mas estamos ainda na primeira semana do ano, então tá valendo, certo?! Espero que sim. E como passaram a virada de ano?

Como já virou costume, após a premiação do LoveCode Awards que é a opinião da maioria dos leitores e seguidores, faço um post com a minha opinião dos dramas do ano e meu TOP 10 e hoje é com esse especial de fim de ano dorameiro que venho aqui, só que dessa vez com uma retrospectiva grandinha, perdão pelo textão. – haha bora!

2018 foi um ano complicado no mundo dorameiro. Não tivemos uma grande quantidade de dramas excelentes como em outros anos, foram poucos os que vi e foram pra lista de melhores, ainda mais raro são aqueles que eu poderia adicionar na minha lista de favoritos da vida. Confesso que antes de começar esse post, eu pensei em somente uns 5 dramas que eu indicaria, depois revi minha lista de dramas vistos em 2018 e até que deu pra incluir alguns que eu não lembrava, mas ainda assim valem a pena e acabei chegando a conclusão que pode não ter tido muitos dramas incríveis, mas alguns em especial valeram o ano.

Olá. Faz quanto tempo desde que escrevi sobre um j-drama por aqui? Todome No Kiss foi o último que vim falar sobre e agora estou nostálgica, porque minha gente que drama bom aquele, né? Saudades! Se vocês ainda não viram, vejamMas voltando pro assunto do post, hahah…

Hoje vou falar de um j-drama que eu enrolei horrores pra terminar. Não foi porque foi ruim ou coisa do tipo, mas a verdade é que eu estava com medo de me decepcionar. Hana Nochi Hare: HanaDan Next Season não é drama qualquer, esse é a sequência oficial de Hana Yori Dango, é da mesma autora, com mangá e tudo. E por que é especial pra mim? Porque Hana Yori Dango foi meu primeiro dorama da vida. Saudades Doumyouji, Makino e o F4 todinho.

E justamente por esse motivo, quero avisar que esse post é escrito por uma fangirl emocionada, pode conter muitos surtos, e talvez eu tenha ignorado pontos negativos na trama. Mentira! Eu enxerguei alguns… 🙁 Infelizmente, maaaas, continua sendo um draminha especial pra mim.

E chegamos na segunda etapa do LoveCode Awards 2018 🏆 e eu continuo indignada como tempo está passando rápido, socorro!

Fiquei tão feliz, porque esse ano tivemos muito mais indicações, foi até mais difícil pra selecionar as mais votadas, hahaha, mas eu amo tanto essa interação, poder conversar, discutir e saber a opinião de todo mundo que é sempre tão diferente. A gente acaba descobrindo pontos positivos sobre determinados dramas e ainda nos divertimos muito. Sério, eu amo demais isso, e amo vocês! 💖 Já disse que sem vocês, nada disso teria graça! Muito obrigada por tudo!

Pra quem não sabe o que é a brincadeira pode ir no post anterior onde eu explico tudinho.  Mas vamos relembrar as etapas:

1ª Etapa: Indicados – Pré Votação – até 16/12/2018
2ª Etapa: Votação Final – de 18/12/2018 a 26/12/2018 (estamos aqui!)
3º Etapa: Resultados! (ainda estou definindo o dia que vai dar pra postar por ser fim de ano, perdoem. Mas provavelmente até a 5/01/2019)

Bom, continuando…

Depois de organizar as coisas para a premiação do LoveCode Awards 2018 e o sorteio lá nas redes sociais, posso voltar com tranquilidade pra colocar em dia as resenhas que estou devendo por aqui.

E hoje vamos falar sobre The Beauty Inside, o drama da JTBC que foi inspirado no filme Beauty Inside lançado em 2015. O filme ganhou vários prêmios e ficou famoso rapidamente pela sua história emocionante e elenco de peso. Por isso, a ansiedade pelo drama era ainda maior. Acontece que o drama acabou mudando algumas coisas na história e inserindo outras, claro, totalmente compreensível já que teriam que transformar duas horas em 16.

The Beauty Inside é um drama com uma mensagem bonita sobre aceitação, mas diferentemente do filme, tem um tom mais cômico e leve. Gostei muito de acompanhar o drama, principalmente porque até os personagens secundários me cativaram, mas no post explico mais sobre alguns pontos que também não foram tão bons assim.

Passei esse drama na frente de todos os outros que eu tinha que fazer post, mas quem disse que agora que parei pra escrever, consigo expressar tudo aquilo que senti? Estou neste momento encarando a tela do notebook há alguns minutos, com um copo de café ao lado e várias cenas do drama passando pela minha mente. Não sei se devo contar pra vocês sobre o quanto esse drama mexeu comigo em todos os sentidos, não sei se devo contar como ele destruiu meu coração em um cem milhões de pedacinhos, ou se devo dizer que o casal protagonista é uma das coisas mais polêmicas dessa dramalândia ou se devo dizer o quanto me apaixonei por essa trágica e linda história.

The Smile Has Left Your Eyes (Hundred Million Stars From The Sky) é a versão coreana do drama japonês Sora Kara Furu Ichioku no Hoshi exibido pela Fuji Television em 2002. Por ser um remake, há quem ame e quem odeie, afinal o original é sempre melhor, não há dúvidas, principalmente quando estamos falando de j-dramas. Como não assisti a versão japonesa, talvez por isso eu tenha me empolgado tanto com a coreana, que segundo o que li ao pesquisar sobre o assunto e após algumas conversas com dorameiras que viram as duas versões, aparentemente a versão coreana segue um ritmo um pouco diferente em seu início e nos últimos episódios vai chegando mais perto da japonesa, até que termina de modo bem diferente.

Durante essas conversas sobre as versões dos dramas, acabei pegando alguns spoilers sobre o final da versão japonesa, e eu estava completamente abalada, mas segui firme (com muito medo, confesso). Quando The Smile Has Left Your Eyes estava em seus primeiros episódios, eu já estava completamente apaixonada por tudo no drama, mas depois de saber sobre o fim e sobre o andamento da história comparada à versão original fiquei preocupada, porque tudo que eu queria era que a trama tivesse um final digno, independente do caminho que resolvesse seguir. Sabe aquele tipo de drama que você termina, dá um suspiro profundo (em lágrimas talvez?) e diz “Putz! Que DRAMÃO”? Pois é. Pois é dorameiros. Eu tô em choque até agora.

E quero lembrar que o que falei até agora sobre as versões foi um desabafo dos meus receios, e que nesse post não farei comparação nenhuma, apesar de saber um pouco sobre final da outra versão (e por favor não me digam, pois um dia quero ver haha), não tenho propriedade nenhuma pra falar além da versão coreana. O texto é completamente sobre The Smile Has Left Your Eyes versão coreana. 😉