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Lembro de ter reclamado pelo menos 365 vezes em 2018 por não ter quase nenhum drama de época, e cá estamos nós, quase no fim de 2019 — porque o tempo passa voando — e reclamo de não ter tempo para assistir a todos os lançamentos, principalmente os vários dramas de época que foram lançados e os que ainda serão em 2019.

E este, sendo mais um post da categoria “eu deveria ter falado desse drama há um tempão” chegou agora, e na frente de muitos pois eu não queria perder a oportunidade de fazer meu comeback nesse site em grande estilo, não é mesmo? Vamos logo ao que interessa.

“As pessoas são as raízes da nação. Sem raízes, uma nação cairá. Somos meros camponeses, mas não podemos ignorar o fato de que nossa nação está caindo. Então, nós levantamos nossa bandeira da justiça. Salvar as pessoas. Esse é o nosso voto.” – Nokdu Flower

Nokdu Flower é um sageuk baseado em fatos históricos. O tempo da narrativa é justamente nas revoluções que deram origem a um dos momentos mais turbulentos para os coreanos. A trama é repleta de personagens inspiradores, que com suas histórias cativam e emocionam. Os quatro personagens principais estão conectados embora seus objetivos e perspectiva sejam completamente diferentes.

O drama de época que se passa longe dos palácios foca na luta de um povo que está quase sem esperanças. E essa luta é duradoura, sofrida e trágica, no entanto a mensagem que fica é de esperança e coragem.

Não sei nem como começar este texto. Abri o arquivo, digitei o nome do drama e só… fazem 28 minutos que estou encarando o documento em branco mas apreciando cada segundo da obra de arte que é a trilha sonora desse drama.

Não esperava absolutamente nada de Children of Nobody, eu nem estava cogitando começar o drama na verdade, porque li a sinopse e não me interessou. Acabei começando porque fiquei em dia com tudo que estava vendo e resolvi dar uma chance. Mas que grata surpresa, mas que surpresa MARAVILHOSA. Eu estou tão feliz que a primeira resenha do ano é sobre um dramão desses. Hahah nada como começar o ano assim, né? Quem sabe é um sinal.

Children of Nobody, também conhecido como Red Moon, Blue Sun é um suspense psicológico com uma temática pesada sobre abuso infantil. Um dos melhores dramas do gênero que já vi, o roteiro é genial e não há uma falha sequer ou ponta solta nesse drama. Intrigante, forte e cruel.

Olha só eu postando em 2019 o texto que era pra ter sido publicado em 2018. Hahaha. Mas estamos ainda na primeira semana do ano, então tá valendo, certo?! Espero que sim. E como passaram a virada de ano?

Como já virou costume, após a premiação do LoveCode Awards que é a opinião da maioria dos leitores e seguidores, faço um post com a minha opinião dos dramas do ano e meu TOP 10 e hoje é com esse especial de fim de ano dorameiro que venho aqui, só que dessa vez com uma retrospectiva grandinha, perdão pelo textão. – haha bora!

2018 foi um ano complicado no mundo dorameiro. Não tivemos uma grande quantidade de dramas excelentes como em outros anos, foram poucos os que vi e foram pra lista de melhores, ainda mais raro são aqueles que eu poderia adicionar na minha lista de favoritos da vida. Confesso que antes de começar esse post, eu pensei em somente uns 5 dramas que eu indicaria, depois revi minha lista de dramas vistos em 2018 e até que deu pra incluir alguns que eu não lembrava, mas ainda assim valem a pena e acabei chegando a conclusão que pode não ter tido muitos dramas incríveis, mas alguns em especial valeram o ano.

E o post de hoje é sobre um drama que já acabou há quase um mês, mas só consegui escrever o texto agora. Heheh. Perdão, é que eu estava/estou na correria com a premiação do LoveCode Awards. Mas voltei e vamos logo ao que interessa, né?

Where Stars Land (Fox Bride Star) é um drama muito bonitinho com personagens adoráveis em um contexto bem diferente no mundo dos k-dramas. A história é situada em um aeroporto, mas aqui o foco são as pessoas que trabalham nele, e não, não são pilotos ou aeromoças. Além disso temos um protagonista bem misterioso, com super poderes será?

Olá dormeiros, tudo bem? Eu voltei logo dessa vez, vai… haha. Queria saber quem aqui gosta de limpeza e organização? Eu gosto de deixar minhas coisas bem organizadas, mas não gosto de passar muito tempo fazendo isso, ou seja, eu sou meio organizada, meio bagunceira. haha Mas vendo esse drama aqui fiquei com vontade de sair limpando a casa e testando as dicas todas, será que fui hipnotizada pelo Ha Seok Jin? 😅

Vou dizer a real logo: não dava absolutamente nada pra esse drama. Só conseguia pensar como a história de um cara que limpava casas poderia ser tão interessante para 32 episódios? Bom, a verdade é que não devemos confiar muito nas sinopses dos dramas. Elas geralmente dizem pouco, muito pouco, sobre o que o drama realmente é.

Esse drama já acabou faz um tempinho mas com a correria nem consegui postar a resenha antes. Agora finalmente consegui vir aqui e precisava sim falar de Wok of Love, já que foi motivo de muito surtos meus no querido Junho, aquele bolinho que me faz apaixonar em todo drama que aparece.

Lembro que além dos meus surtos pelo elenco, também fiquei um tanto incomodada por esse drama ter recebido vários comentários negativos, até que resolvi aceitar que eu ia mesmo contra toda a maré de dorameiros que estavam odiando o drama, porque eu estava gostando demais de Wok of Love e posso citar tantos motivos pra isso. 💕

Antes de começar um drama eu sempre vejo posters, teasers, já meio que sinto o clima e espero algo dele, pode ser que eu crie muita expectativa ou nenhuma. Pode ser que eu me apaixone pelo casal só de ver os posters, pode ser que eu já fique aflita… E sobre Come And Hug Me eu não fazia ideia do que esperar, a única coisa que sentia é que seria TENSO.
Agora, com o drama finalizado posso dizer que foi uma das mais gratas surpresas deste ano, pois eu sabia que ia sofrer mas não sabia que teria uma história tão genial e bem escrita assim. Come And Hug Me nos prende numa intensidade espetacular e são muitas as emoções do começo ao fim. Lindo, lindo, lindo! 💘

Eu geralmente não faço resenhas de dramas que eu não gostei tanto assim, porque não gosto de falar mal de drama nenhum, tem drama pra todos os gostos, mas dessa vez resolvi fazer o post mesmo assim porque ele não é ruim, nem muito bom, mas pode interessar um público mais restrito de espectadores.
Partners for Justice não tem personagens muito agradáveis mas a temática é boa, pois raramente vejo dramas que abordam a medicina forense como no caso desse. Além disso ainda tem algumas ceninhas de comédia e os casos são bem interessantes.

E o post de hoje é sobre um drama que deu muito o que falar logo nos primeiros episódios. Um drama que se tornou um marco sobre vários assuntos não explorados no meio dorameiro, mas muito importantes, principalmente o feminismo. Com uma história cativante sobre juízes e seu dia-a-dia no tribunal, Miss Hammurabi aborda casos de pessoas reais e como diversos fatores podem afetar a decisão de um juíz.
Esse drama estava fora da minha lista para assistir. Primeiro porque não me chamou atenção e ainda tinha a Go Ara no elenco, e o L que desde Ruler peguei uma raivinha. Eu tinha plena certeza de que “ufa, menos um na minha lista”. Pois bem, o drama começou e continuava não dando nada pra ele, até que a comunidade dorameira do twitter começou a postar algumas cenas e eu fui ficando curiosa. Assisti ao episódio 1, assisti ao 2 e tudo que eu queria era MAIS. Quanto mais episódios passavam, mais apaixonada eu ficava, por tudo, por todos e inclusive pela Go Ara maravilhosa!

Depois de tantos dramas policiais no ano passado eu não pensei que tão cedo voltaria a dizer: “aaah, que saudade eu estava de um drama policial”, e foi isso que eu pensei enquanto assistia Sketch. Mas em minha defesa, o drama é um baita dramão, então policial E bom desse jeito… não tem como resistir, né?
Sketch tem um enredo intrigante e personagens profundos abordados em uma visão humanizada sobre nossas escolhas. A trama de ação e suspense fica ainda mais emocionante por ter uma pitada de poderes paranormais e atuações excelentes.