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drama de época

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Raramente venho escrever sobre dramas chineses e o motivo é que eu raramente assisto aos c-dramas mesmo. Num belo dia, eu estava passeando pelo catálogo de dramas asiáticos da Netflix quando um deles me chamou atenção pelo título: “The Rise of Phoenixes”. A palavra “phoenixes” me deu a impressão de ser um drama com personagens marcantes, e quando assisti ao trailer, meus olhos não conseguiam desgrudar da tela ao ver cenas tão belas e uma história aparentemente promissora.

The Rise of Phoenixes é sobre poder, vingança e amor. Se passa na antiga China, onde duas pessoas destinadas ao ódio e ressentimento se erguem para cumprir seus objetivos, mas seu envolvimento pode se tornar muito mais perigoso quando um romance também está em jogo.

Lembro de ter reclamado pelo menos 365 vezes em 2018 por não ter quase nenhum drama de época, e cá estamos nós, quase no fim de 2019 — porque o tempo passa voando — e reclamo de não ter tempo para assistir a todos os lançamentos, principalmente os vários dramas de época que foram lançados e os que ainda serão em 2019.

E este, sendo mais um post da categoria “eu deveria ter falado desse drama há um tempão” chegou agora, e na frente de muitos pois eu não queria perder a oportunidade de fazer meu comeback nesse site em grande estilo, não é mesmo? Vamos logo ao que interessa.

“As pessoas são as raízes da nação. Sem raízes, uma nação cairá. Somos meros camponeses, mas não podemos ignorar o fato de que nossa nação está caindo. Então, nós levantamos nossa bandeira da justiça. Salvar as pessoas. Esse é o nosso voto.” – Nokdu Flower

Nokdu Flower é um sageuk baseado em fatos históricos. O tempo da narrativa é justamente nas revoluções que deram origem a um dos momentos mais turbulentos para os coreanos. A trama é repleta de personagens inspiradores, que com suas histórias cativam e emocionam. Os quatro personagens principais estão conectados embora seus objetivos e perspectiva sejam completamente diferentes.

O drama de época que se passa longe dos palácios foca na luta de um povo que está quase sem esperanças. E essa luta é duradoura, sofrida e trágica, no entanto a mensagem que fica é de esperança e coragem.

Hoje é dia de falar de um sageuk, felizmente! Este é o segundo drama coreano de época lançado neste ano, e claro que não poderia deixar de escrever sobre ele aqui. Para quem não sabe, este é o meu tipo de drama favorito e vocês devem estar cansados de me ver falando daquele post com os motivos para assistir sageuks, mas eu estou colocando o link aqui novamente porque sempre chega novos leitores no blog (obrigada, lindinhos) e não canso de falar que sageuks são sim muito bons, embora poucos gostem.

Hoje é sobre Haechi e eu estou incrivelmente atrasada nesse post. Era pra ter vindo aqui há um mês atrás e olha só. Perdão, mas às vezes precisamos deixar a lista de doramas crescer (e de posts!) para fazer as atividades da vida real.

Haechi é um drama que aborda política, justiça, corrupção e poder, mas com um roteiro que caminha diferente do usual mesmo com esses clichês de dramas de época como assunto principal. A trama desenvolve bem os personagens, que são cativantes e formam um dos grupos de companheiros e amigos que mais gostei nessa vida dorameira. Lealdade, companheirismo e cuidado com o povo e os necessitados, também são assuntos tratados em Haechi, e a emoção é real.

Hoje vim falar de um drama que foi muito desejado antes de começar, afinal seria protagonizado pelo Do Kyung Soo, o D.O. do EXO, sabem quem é, né? Mas pra mim, não estava ansiosa somente por ele, mas pelo conjunto de tudo. Era um drama de época nesse ano carente de sageuks, também parecia ser um drama bem divertido apesar de ser de época (o que geralmente sabemos que dramas assim são mais de partir o coração mesmo) e ainda tinha a Nam Ji Hyun que é uma atriz maluquinha que eu adoro.

Bom, e depois de vários teasers lindos que a tvN jogou na nossa cara, o drama finalmente estreou e foi assim gostosinho como eu esperava. Então é com prazer que venho falar desse draminha de época que veio para nos divertir. E assim como lá em Joseon, veio molhar a dramalândia que passava por uma seca de sageuks.

Olha eu aqui bem atrasada de novo! Achei que nesse começo de ano eu conseguiria fazer vários posts, ver vários dramas e não consegui é nada. haha Bom, estou organizando as coisas e tentando colocar as resenhas que não postei antes, desculpa o atraso.

Já falei de Queen for Seven Days aqui antes no post do TOP 10 de 2017, e é um drama de julho do ano passado, mas prometi que faria uma resenha completa depois porque tinha mais coisas pra dizer, então bora para o que interessa…

Terminou mais um sageuk desse ano! Estou feliz por ter tantas opções de dramas de época e espero que 2017 continue assim. 🙂

Ruler: Master of The Mask foi um drama que gostei muito, com uma história interessante e personagens cativantes, até os vilões. O elenco foi ótimo, e a produção do drama também, mas não posso considerá-lo um dos melhores sageuks da minha vida, porque no meio do drama percebi que a história saiu dos trilhos um pouco. No fim, gostei de pontos que não imaginava gostar e vou explicar tudo no post.

E terminou um dos dramas que mais surtei esse ano! Um sageuk que me conquistou e vou guardar com carinho pra sempre no meu coração. 💖 Chorei, sorri, surtei, sofri… mas valeu cada segundo!

Rebel: Thief Who Stole the People conta a história de um justiceiro na dinastia Joseon, um herói que começou como um servo e conquistou uma nação. Rebel é um drama que te faz torcer pelos personagens e desejar justiça tanto quanto eles. A luta do povo é a luta de Hong Gil Dong e a cada episódio, maior é a emoção. Pra quem adora um sageuk bem feito, recomendo muito.

Terminou mais um dos doramas mais lindos de todos os tempos, e de longe um dos meus favoritos de 2016. Moonlight Drawn By Clouds me conquistou logo no teaser, onde o fofo do Park Bogum dança Bombastic de hanbok (roupa tradicional coreana) e óculos de sol. Hahaha

Moonlight Draw By Clouds (ou Love in the Moonlight) é um dorama de época, um tanto diferente dos demais por ser incrivelmente fofo! É um sageuk bem romântico, com dois protagonistas cheios de doçura.