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E chegamos a segunda etapa do #LoveCodeAwards2019!

Depois de muitas indicações na primeira etapa, podemos seguir adiante. Este ano, tivemos muito mais indicações e apesar do trabalho todo para a contabilização, ficamos muito felizes por toda essa interação. Significa que o mundo dorameiro no Brasil continua crescendo, e com isso, que o LoveCode também continua crescendo. ♥ Obrigada de coração, pela participação e por todo apoio.

Lembro de ter reclamado pelo menos 365 vezes em 2018 por não ter quase nenhum drama de época, e cá estamos nós, quase no fim de 2019 — porque o tempo passa voando — e reclamo de não ter tempo para assistir a todos os lançamentos, principalmente os vários dramas de época que foram lançados e os que ainda serão em 2019.

E este, sendo mais um post da categoria “eu deveria ter falado desse drama há um tempão” chegou agora, e na frente de muitos pois eu não queria perder a oportunidade de fazer meu comeback nesse site em grande estilo, não é mesmo? Vamos logo ao que interessa.

“As pessoas são as raízes da nação. Sem raízes, uma nação cairá. Somos meros camponeses, mas não podemos ignorar o fato de que nossa nação está caindo. Então, nós levantamos nossa bandeira da justiça. Salvar as pessoas. Esse é o nosso voto.” – Nokdu Flower

Nokdu Flower é um sageuk baseado em fatos históricos. O tempo da narrativa é justamente nas revoluções que deram origem a um dos momentos mais turbulentos para os coreanos. A trama é repleta de personagens inspiradores, que com suas histórias cativam e emocionam. Os quatro personagens principais estão conectados embora seus objetivos e perspectiva sejam completamente diferentes.

O drama de época que se passa longe dos palácios foca na luta de um povo que está quase sem esperanças. E essa luta é duradoura, sofrida e trágica, no entanto a mensagem que fica é de esperança e coragem.

Quem lembra do tão falado Something In The Rain do ano passado? Não cheguei a fazer resenha dele pois não terminei o drama, mas comentei um pouco no post de melhores do ano. Não como um dos “meus melhores”, mas como um dos populares. Aquele drama foi polêmico e eu quase não vi meio termo, a pessoa amava ou odiava. Simples assim.

E por que estou falando dele nesse post? Bom, simplesmente porque a roteirista Kim Eun, de Something In The Rain resolveu juntar-se novamente com o mesmo diretor Ahn Pan Seok e o mesmo ator protagonista Jun Hae In num novo drama: One Spring Night, o qual é o assunto deste post.

E pra quem viu um, é impossível ver o outro sem comparar e pensar em todas as semelhanças, afinal as características do diretor são bem únicas, e o enredo também possuí algumas similaridades, principalmente na temática sobre dificuldades de um casal ao desconstruir certos pensamentos. É parecido, mas é diferente.Eu não terminei de ver Something porque eu não estava na vibe e alguns problemas do roteiro me fizeram desanimar, mas aqui a questão não é essa, não pretendo fazer um comparativo nesse post. Vou apenas comentar sobre One Spring Night. Então, bora comigo para a resenha.

Hoje vou falar de Beautiful World, um drama que terminou há alguns meses já, mas ainda não esqueci dele e queria muito vir comentar sobre. Afinal, este é um drama que poucos deram chance e ainda assim, vi algumas pessoas comentarem ter desistido no meio do caminho. Porém na minha opinião, foi um drama excelente e com uma temática sensível e muito importante. De fato, é um melodrama, por isso não agrada a todos, entendo perfeitamente.

Há também aqueles que começaram justamente pela presença do Nam Da Reum no elenco, pela primeira vez como um protagonista e não como a versão mais jovem de alguém. Acontece que apesar dele ser protagonista, há outros personagens, como seus pais, por exemplo, e estes estão muito mais presentes na história. Logo, se você espera ver Nam Da Reum o tempo todo, não é bem assim que será, mas saiba que vale a pena a pena sofrer e sentir raiva porque no fim, o drama tem uma linda mensagem. 

Bom, eu adoro melodramas com profundidade, por isso Beautiful World foi muito bom pra mim. Agora segue a resenha para eu explicar o que esse drama tem de especial.

Hoje é dia de falar de um sageuk, felizmente! Este é o segundo drama coreano de época lançado neste ano, e claro que não poderia deixar de escrever sobre ele aqui. Para quem não sabe, este é o meu tipo de drama favorito e vocês devem estar cansados de me ver falando daquele post com os motivos para assistir sageuks, mas eu estou colocando o link aqui novamente porque sempre chega novos leitores no blog (obrigada, lindinhos) e não canso de falar que sageuks são sim muito bons, embora poucos gostem.

Hoje é sobre Haechi e eu estou incrivelmente atrasada nesse post. Era pra ter vindo aqui há um mês atrás e olha só. Perdão, mas às vezes precisamos deixar a lista de doramas crescer (e de posts!) para fazer as atividades da vida real.

Haechi é um drama que aborda política, justiça, corrupção e poder, mas com um roteiro que caminha diferente do usual mesmo com esses clichês de dramas de época como assunto principal. A trama desenvolve bem os personagens, que são cativantes e formam um dos grupos de companheiros e amigos que mais gostei nessa vida dorameira. Lealdade, companheirismo e cuidado com o povo e os necessitados, também são assuntos tratados em Haechi, e a emoção é real.

A primeira temporada de Waikiki foi, sem dúvidas, um dos dramas mais populares de 2018, e com razão, né? Os personagens da guest house mais queridinha dos dorameiros faziam nossos dias mais felizes, principalmente para quem assistia a noite depois de um dia exaustivo no trabalho – cof cof, eu mesma.

Quando a segunda temporada foi anunciada, nunca vi os dorameiros tão felizes – bom, depois eu vi algo parecido e foi com Kim Jae Wook confirmado para uma comédia romântica, mas eu falo disso quando vier escrever sobre Her Private Life, haha –  O problema foi quando o anúncio triste veio: os atores da primeira temporada não estariam presentes na segunda, somente o Lee Yi Kyung, que faz o Jun Ki no drama.

Acredito que se não fosse os problemas envolvendo os atores principais até seria possível manter o mesmo elenco. Mas pra quem não sabe, o Son Seung Won que interpretou o Doo Sik se envolveu em polêmicas, ele dirigiu bêbado e causou acidentes por diversas vezes até que ele foi preso, finalmente, porque merece pagar pelo que fez sim. E o Kim Jung Hyun que interpretou o Kang Dong Gu estava com problemas de saúde e entrou num hiatus repentino para se cuidar, esperamos que ele fique bem logo. Sendo assim, não faria sentido voltar com o resto do elenco já que as personagens femininas estavam ligadas a eles. Infelizmente. 🙁

Mas a produção fez uma boa escolha de manter o personagem do Yi Kyung, que querendo ou não, foi um dos destaques da primeira temporada e agora ele é quem introduz os novos personagens, dando “sentido” pra coisa.

Claro que eu senti falta do elenco da primeira temporada. Sem dúvidas. Mas pouco antes de começar a segunda já estava com o pensamento de que eu tentaria essa nova temporada de coração aberto, afinal, a culpa não era de ninguém, muito menos dos novos atores escolhidos, e esses são atores que eu gosto muito também, então só desejava que fosse mais um sucesso.

“O que? Mais um drama de padre nesses dias? É… sei não.” – essa era eu, quando vi os primeiros posters de The Fiery Priest.
“Adorei! Tô rindo muito, nada a ver com o que eu imaginava” – essa era eu após os primeiros episódios!
MELHOR drama da temporada! Padre Kim te amo!” – eu na metade do drama.
QUE DRAMA SENSACIONAL, quero segunda temporada pra ontem e me dá aqui todos os dramas que Kim Nam Gil já fez!” – eu após ver os últimos episódios.

Tá bom, né? Preciso continuar escrevendo o post? Haha. Preciso sim, porque quero falar de tanta coisa boa que esse drama tem.

The Fiery Priest é um drama de comédia e ação com uma história que apesar de ser simples, tem personagens fortes com um excelente desenvolvimento e um elenco que fez toda a diferença. A produção também é impecável, tornando um dos melhores dramas do gênero.

Esse foi um dos dramas mais esperados de 2019. Pra ser mais exata, era um drama esperado desde o fim de Goblin e que nem sabíamos se um dia ia existir de fato. Mas a dona tvN lindíssima é a emissora rainha do fanservice e deu um presentão para nós dorameiros.

Touch Your Heart, ou “spin off de Goblin” como eu gosto de chamar, porque é quase isso mas tvN não assumiu, veio pra trazer alegria aos coraçõezinhos que ficaram devastados com o casal secundário de Goblin, a Sunny e o Ceifador. Aquele casal que eu falei muito aqui no blog, falei no twitter, falei com as amigas pessoalmente, e que eu amava demais. ❤

Mas uma coisa é fato, a tvN pegou um roteiro bem clichêzinho e jogou nosso casal lá. Claramente se fossem outros atores, o drama não teria nem sido comentado como foi. Mas outro fato é que nós pedimos isso, pedimos um doraminha bem docinho com eles porque já sofreram demais anteriormente, e a tvN atendeu. E claro que mesmo sendo bem clichê e sem nada de extraordinário, vim aqui falar desse drama por motivos de: Ceifador e Sunny em suas novas vidas. Brincadeira, não só por isso.

Atenção: Esse drama pode causar excesso de aperto no coração, mas também vem acompanhado de boas risadas e depois de muito choro um sentimento inexplicavelmente bom. Não recomendado para dorameiros de coração fraco.

E eu poderia terminar esse post aqui com esse aviso, mas não, porque preciso dizer ainda o quanto esse drama é belo.

The Light In Your Eyes, ou Dazzling como também é chamado, é um drama mais curto que os “normais”, com apenas 12 episódios. Mas sua história é densa e impactante. O roteiro é uma obra prima, aborda assuntos como família, amizades e a importância do tempo e da vida.

Quem não ouviu falar nem alguma coisinha sobre Romance Is a Bonus Book nos últimos, hein? Foi um dos dramas mais falados desde a notícia com a confirmação do elenco até os seus últimos episódios indo ao ar. E não é pra menos, claro que os dramas do Lee Jong Suk sempre fazem sucesso, independente se você é do time das amantes do ator, ou se você é do time das que não vê nada demais demais nele.

No twitter, as dorameiras sempre entram na discussão: Lee Jong Suk bonito ou feio. Lee Jong Suk talentoso ou não. Mas independente de qual time você seja, uma coisa é fato, ele é famoso e tudo que ele faz vira hit. E eu falo isso fazendo parte do time que não vê nada demais nele (perdão, desde já, não me matem haha). Mas reconheço que que o moço sabe escolher bem os dramas, e Romance Is A Bonus Book foi o meu favorito da carreira dele.

Pra quem não esperava nada do drama, como eu, pode-se ter uma grata surpresa. É um drama que não demonstrava ser nada além de um romancinho meloso, mas conquistou os dorameiros por focar na história da protagonista que tem uma vida complicada após retornar para a carreira profissional depois de anos. Além disso, o ambiente da trama é o mundo das editoras e dos livros, e o tom poético acompanha a história e dá um toque especial.