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Raramente venho escrever sobre dramas chineses e o motivo é que eu raramente assisto aos c-dramas mesmo. Num belo dia, eu estava passeando pelo catálogo de dramas asiáticos da Netflix quando um deles me chamou atenção pelo título: “The Rise of Phoenixes”. A palavra “phoenixes” me deu a impressão de ser um drama com personagens marcantes, e quando assisti ao trailer, meus olhos não conseguiam desgrudar da tela ao ver cenas tão belas e uma história aparentemente promissora.

The Rise of Phoenixes é sobre poder, vingança e amor. Se passa na antiga China, onde duas pessoas destinadas ao ódio e ressentimento se erguem para cumprir seus objetivos, mas seu envolvimento pode se tornar muito mais perigoso quando um romance também está em jogo.

Quem lembra do tão falado Something In The Rain do ano passado? Não cheguei a fazer resenha dele pois não terminei o drama, mas comentei um pouco no post de melhores do ano. Não como um dos “meus melhores”, mas como um dos populares. Aquele drama foi polêmico e eu quase não vi meio termo, a pessoa amava ou odiava. Simples assim.

E por que estou falando dele nesse post? Bom, simplesmente porque a roteirista Kim Eun, de Something In The Rain resolveu juntar-se novamente com o mesmo diretor Ahn Pan Seok e o mesmo ator protagonista Jun Hae In num novo drama: One Spring Night, o qual é o assunto deste post.

E pra quem viu um, é impossível ver o outro sem comparar e pensar em todas as semelhanças, afinal as características do diretor são bem únicas, e o enredo também possuí algumas similaridades, principalmente na temática sobre dificuldades de um casal ao desconstruir certos pensamentos. É parecido, mas é diferente.Eu não terminei de ver Something porque eu não estava na vibe e alguns problemas do roteiro me fizeram desanimar, mas aqui a questão não é essa, não pretendo fazer um comparativo nesse post. Vou apenas comentar sobre One Spring Night. Então, bora comigo para a resenha.

Antes de começar a falar desse drama, vou atualizar vocês um pouco sobre minha vida dorameira e os conteúdos do blog nas redes sociais pra quem não nos acompanha ainda por lá. Como a vida real está muito corrida, tenho visto poucos dramas ultimamente, mas fazendo o máximo para vir aqui falar deles mesmo assim. Por isso, não desistam de mim. ♥

Pra quem não viu, eu fiz uma maratona do drama clássico My Name Is Kim Sam Soon, e eu realmente adorei! Por que eu não vi antes? O drama é de 2005, e a protagonista é muito maravilhosa para uma personagem de dorama coreano “dessa época” e até pra 2019. Recomendo. Recentemente também entrei numa vibe de c-dramas e j-dramas, o que acho ótimo, algo que não fazia há muito tempo. Então vai ter resenha desses logo logo também.

E por mais que eu demore um pouco pra postar aqui no blog, estou sempre colocando as novidades sobre os lançamentos de dramas e filmes lá no Twitter do LoveCode. Se quiser ficar por dentro, é só seguir lá. Também posto essas novidades nos stories do Instagram.

Também atualizei a thread de frases lá no Twitter. Clica aqui para ver a thread todinha, e vocês também podem sugerir algumas frases pra colocar lá.

E sim, eu sei que tem vários dramas que terminaram antes The Secret Life Of My Secretary e que eu deveria fazer resenha, mas acabei passando esse na frente por ter sido um dos meus xodózinhos dos últimos dias. Mas não se preocupe que trago as resenhas dos outros em breve, talvez não tão breve assim, mas vai ter. 🙂


Agora vamos logo falar sobre o drama desse post: The Secret Life Of My Secretary.

Desde os primeiros episódios, The Secret Life Of My Secretary não passava de um clichêzinho para mim, mas em certo ponto da trama as coisas começaram a ficar mais interessantes e eu muito muito mais envolvida na história. Não é um drama diferentão, não tem muita profundidade como gosto, mas garanto que se você começar o drama sem esperar mais que um clichê bobinho pode se divertir muito mesmo assim.

Hoje é dia de falar de um sageuk, felizmente! Este é o segundo drama coreano de época lançado neste ano, e claro que não poderia deixar de escrever sobre ele aqui. Para quem não sabe, este é o meu tipo de drama favorito e vocês devem estar cansados de me ver falando daquele post com os motivos para assistir sageuks, mas eu estou colocando o link aqui novamente porque sempre chega novos leitores no blog (obrigada, lindinhos) e não canso de falar que sageuks são sim muito bons, embora poucos gostem.

Hoje é sobre Haechi e eu estou incrivelmente atrasada nesse post. Era pra ter vindo aqui há um mês atrás e olha só. Perdão, mas às vezes precisamos deixar a lista de doramas crescer (e de posts!) para fazer as atividades da vida real.

Haechi é um drama que aborda política, justiça, corrupção e poder, mas com um roteiro que caminha diferente do usual mesmo com esses clichês de dramas de época como assunto principal. A trama desenvolve bem os personagens, que são cativantes e formam um dos grupos de companheiros e amigos que mais gostei nessa vida dorameira. Lealdade, companheirismo e cuidado com o povo e os necessitados, também são assuntos tratados em Haechi, e a emoção é real.

A primeira temporada de Waikiki foi, sem dúvidas, um dos dramas mais populares de 2018, e com razão, né? Os personagens da guest house mais queridinha dos dorameiros faziam nossos dias mais felizes, principalmente para quem assistia a noite depois de um dia exaustivo no trabalho – cof cof, eu mesma.

Quando a segunda temporada foi anunciada, nunca vi os dorameiros tão felizes – bom, depois eu vi algo parecido e foi com Kim Jae Wook confirmado para uma comédia romântica, mas eu falo disso quando vier escrever sobre Her Private Life, haha –  O problema foi quando o anúncio triste veio: os atores da primeira temporada não estariam presentes na segunda, somente o Lee Yi Kyung, que faz o Jun Ki no drama.

Acredito que se não fosse os problemas envolvendo os atores principais até seria possível manter o mesmo elenco. Mas pra quem não sabe, o Son Seung Won que interpretou o Doo Sik se envolveu em polêmicas, ele dirigiu bêbado e causou acidentes por diversas vezes até que ele foi preso, finalmente, porque merece pagar pelo que fez sim. E o Kim Jung Hyun que interpretou o Kang Dong Gu estava com problemas de saúde e entrou num hiatus repentino para se cuidar, esperamos que ele fique bem logo. Sendo assim, não faria sentido voltar com o resto do elenco já que as personagens femininas estavam ligadas a eles. Infelizmente. 🙁

Mas a produção fez uma boa escolha de manter o personagem do Yi Kyung, que querendo ou não, foi um dos destaques da primeira temporada e agora ele é quem introduz os novos personagens, dando “sentido” pra coisa.

Claro que eu senti falta do elenco da primeira temporada. Sem dúvidas. Mas pouco antes de começar a segunda já estava com o pensamento de que eu tentaria essa nova temporada de coração aberto, afinal, a culpa não era de ninguém, muito menos dos novos atores escolhidos, e esses são atores que eu gosto muito também, então só desejava que fosse mais um sucesso.

Esse foi um dos dramas mais esperados de 2019. Pra ser mais exata, era um drama esperado desde o fim de Goblin e que nem sabíamos se um dia ia existir de fato. Mas a dona tvN lindíssima é a emissora rainha do fanservice e deu um presentão para nós dorameiros.

Touch Your Heart, ou “spin off de Goblin” como eu gosto de chamar, porque é quase isso mas tvN não assumiu, veio pra trazer alegria aos coraçõezinhos que ficaram devastados com o casal secundário de Goblin, a Sunny e o Ceifador. Aquele casal que eu falei muito aqui no blog, falei no twitter, falei com as amigas pessoalmente, e que eu amava demais. ❤

Mas uma coisa é fato, a tvN pegou um roteiro bem clichêzinho e jogou nosso casal lá. Claramente se fossem outros atores, o drama não teria nem sido comentado como foi. Mas outro fato é que nós pedimos isso, pedimos um doraminha bem docinho com eles porque já sofreram demais anteriormente, e a tvN atendeu. E claro que mesmo sendo bem clichê e sem nada de extraordinário, vim aqui falar desse drama por motivos de: Ceifador e Sunny em suas novas vidas. Brincadeira, não só por isso.

Atenção: Esse drama pode causar excesso de aperto no coração, mas também vem acompanhado de boas risadas e depois de muito choro um sentimento inexplicavelmente bom. Não recomendado para dorameiros de coração fraco.

E eu poderia terminar esse post aqui com esse aviso, mas não, porque preciso dizer ainda o quanto esse drama é belo.

The Light In Your Eyes, ou Dazzling como também é chamado, é um drama mais curto que os “normais”, com apenas 12 episódios. Mas sua história é densa e impactante. O roteiro é uma obra prima, aborda assuntos como família, amizades e a importância do tempo e da vida.

Quem não ouviu falar nem alguma coisinha sobre Romance Is a Bonus Book nos últimos, hein? Foi um dos dramas mais falados desde a notícia com a confirmação do elenco até os seus últimos episódios indo ao ar. E não é pra menos, claro que os dramas do Lee Jong Suk sempre fazem sucesso, independente se você é do time das amantes do ator, ou se você é do time das que não vê nada demais demais nele.

No twitter, as dorameiras sempre entram na discussão: Lee Jong Suk bonito ou feio. Lee Jong Suk talentoso ou não. Mas independente de qual time você seja, uma coisa é fato, ele é famoso e tudo que ele faz vira hit. E eu falo isso fazendo parte do time que não vê nada demais nele (perdão, desde já, não me matem haha). Mas reconheço que que o moço sabe escolher bem os dramas, e Romance Is A Bonus Book foi o meu favorito da carreira dele.

Pra quem não esperava nada do drama, como eu, pode-se ter uma grata surpresa. É um drama que não demonstrava ser nada além de um romancinho meloso, mas conquistou os dorameiros por focar na história da protagonista que tem uma vida complicada após retornar para a carreira profissional depois de anos. Além disso, o ambiente da trama é o mundo das editoras e dos livros, e o tom poético acompanha a história e dá um toque especial.

E o post de hoje é sobre um drama que já acabou há quase um mês, mas só consegui escrever o texto agora. Heheh. Perdão, é que eu estava/estou na correria com a premiação do LoveCode Awards. Mas voltei e vamos logo ao que interessa, né?

Where Stars Land (Fox Bride Star) é um drama muito bonitinho com personagens adoráveis em um contexto bem diferente no mundo dos k-dramas. A história é situada em um aeroporto, mas aqui o foco são as pessoas que trabalham nele, e não, não são pilotos ou aeromoças. Além disso temos um protagonista bem misterioso, com super poderes será?

Depois de organizar as coisas para a premiação do LoveCode Awards 2018 e o sorteio lá nas redes sociais, posso voltar com tranquilidade pra colocar em dia as resenhas que estou devendo por aqui.

E hoje vamos falar sobre The Beauty Inside, o drama da JTBC que foi inspirado no filme Beauty Inside lançado em 2015. O filme ganhou vários prêmios e ficou famoso rapidamente pela sua história emocionante e elenco de peso. Por isso, a ansiedade pelo drama era ainda maior. Acontece que o drama acabou mudando algumas coisas na história e inserindo outras, claro, totalmente compreensível já que teriam que transformar duas horas em 16.

The Beauty Inside é um drama com uma mensagem bonita sobre aceitação, mas diferentemente do filme, tem um tom mais cômico e leve. Gostei muito de acompanhar o drama, principalmente porque até os personagens secundários me cativaram, mas no post explico mais sobre alguns pontos que também não foram tão bons assim.