Tag

suspense

Browsing

Bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada quarenteners! aqui é a Edna, a pedidos de muitos, resenhando Hell is other people. Sim, eu como admiradora de Im Siwan desde Misaeng (Vida Incompleta), me desafiei a ver este terror psicológico (mesmo tendo aversão a terror!) por ser um papel tão diferente dos que ele já havia feito e sendo o primeiro projeto após sua volta do exército.

Além disso, quero explicar um ponto de vista da história, pois andam tendo alguns mal entendidos poraí em razão desta obra de 10 episódios, adaptada do webtoon de mesmo nome, ter sido feita pelo trevoso canal OCN, conhecido por dramas com espíritos malignos e exorcismo. Mas Strangers from hell aka Hell is other people tem mais a ver com a filosofia de Jean-Paul Sartre do que com almas penadas, pois trata sobre até onde a perversidade humana pode alcançar, aplicada a personagens VIVOS e MUITO VIVOS.

Quer entender esta viagem filosófica e porque valeu a pena assistir a tudo? Vem comigo e põe essa OST de qualidade pra tocar

Desde os teasers, Tell Me What You Saw prometeu ser um drama policial mais intenso que os outros, apresentando um suspense aparentemente promissor com a história de uma policial e sua memória fotográfica. De fato, o drama é um tanto diferente dos demais dramas sul coreanos do mesmo gênero, mas não devido a uma história que foge do convencional. Aqui, o principal antagonista é mais macabro e os crimes são brutais e muito cruéis. Todo o tom do suspense é pesado, repleto de personagens frios que tornam a experiência, às vezes, um tanto perturbadora.

Mesmo se comparado a outros dramas da própria OCN, que já possuem essa característica, acredito que se aproxima bastante de Voice, drama que também foi ao ar pela emissora em 2017 e a segunda temporada em 2018.

Desde o início de 2018 a JTBC, emissora a cabo sul coreana, vem abordando em seus dramas, diversos tópicos marcantes e pouco explorados. Comentei sobre alguns dramas da JTBC no post de retrospectiva de 2018. Para fechar o ano com chave de ouro e ainda iniciar bem 2019, a emissora resolveu tratar sobre um tema que alguns dramas até chegaram a tocar no assunto, mas jamais com essa profundidade escancarada sobre a ganância das famílias ricas em tornar seus filhos os melhores numa sociedade que aparentemente já tem tudo.

SKY Castle foi líder de audiência e bateu o recorde de dramas em emissoras pagas, ultrapassando Goblin e Reply 1988. Foi sucesso absoluto na Coreia sendo comentado por diversos artistas e programas de televisão. Aqui no Brasil, o sucesso entre os dorameiros foi o mesmo assim que mais e mais pessoas começaram a assistir ao drama. SKY Castle merece todo essa conquista sim.

Não acompanhei SKY Castle com a Coreia, e nem sei por que, sendo que costumo acompanhar a maioria dos dramas que estão sendo exibidos semanalmente. Mas depois de muita gente ter comentado sobre o quanto o drama estava bom eu resolvi fazer uma maratona quando estava no episódio 18. Assisti ao primeiro e segundo episódio, dei uma pausa de uma semana porque a vida ficou corrida, na semana seguinte comecei a ver o terceiro, quarto, quinto, quando vi já estava no 19! Eu passei um fim de semana inteiro vendo SKY Castle e não me arrependo de nada. Pelo contrário, maratonar esse drama foi incrível, e acho que a experiência para mim, foi ainda melhor do que se tivesse acompanhado semanalmente.

Não sei nem como começar este texto. Abri o arquivo, digitei o nome do drama e só… faz 28 minutos que estou encarando o documento em branco mas apreciando cada segundo da obra de arte que é a trilha sonora desse drama.

Não esperava absolutamente nada de Children of Nobody, eu nem estava cogitando começar o drama na verdade, porque li a sinopse e não me interessou. Acabei começando porque fiquei em dia com tudo que estava vendo e resolvi dar uma chance. Mas que grata surpresa, mas que surpresa MARAVILHOSA. Eu estou tão feliz que a primeira resenha do ano é sobre um dramão desses. Hahah nada como começar o ano assim, né? Quem sabe é um sinal.

Children of Nobody, também conhecido como Red Moon, Blue Sun é um suspense psicológico com uma temática pesada sobre abuso infantil. Um dos melhores dramas do gênero que já vi, o roteiro é genial e não há uma falha sequer ou ponta solta nesse drama. Intrigante, forte e cruel.

Passei esse drama na frente de todos os outros que eu tinha que fazer post, mas quem disse que agora que parei pra escrever, consigo expressar tudo aquilo que senti? Estou neste momento encarando a tela do notebook há alguns minutos, com um copo de café ao lado e várias cenas do drama passando pela minha mente. Não sei se devo contar pra vocês sobre o quanto esse drama mexeu comigo em todos os sentidos, não sei se devo contar como ele destruiu meu coração em um cem milhões de pedacinhos, ou se devo dizer que o casal protagonista é uma das coisas mais polêmicas dessa dramalândia ou se devo dizer o quanto me apaixonei por essa trágica e linda história.

The Smile Has Left Your Eyes (Hundred Million Stars From The Sky) é a versão coreana do drama japonês Sora Kara Furu Ichioku no Hoshi exibido pela Fuji Television em 2002. Por ser um remake, há quem ame e quem odeie, afinal o original é sempre melhor, não há dúvidas, principalmente quando estamos falando de j-dramas. Como não assisti a versão japonesa, talvez por isso eu tenha me empolgado tanto com a coreana, que segundo o que li ao pesquisar sobre o assunto e após algumas conversas com dorameiras que viram as duas versões, aparentemente a versão coreana segue um ritmo um pouco diferente em seu início e nos últimos episódios vai chegando mais perto da japonesa, até que termina de modo bem diferente.

Durante essas conversas sobre as versões dos dramas, acabei pegando alguns spoilers sobre o final da versão japonesa, e eu estava completamente abalada, mas segui firme (com muito medo, confesso). Quando The Smile Has Left Your Eyes estava em seus primeiros episódios, eu já estava completamente apaixonada por tudo no drama, mas depois de saber sobre o fim e sobre o andamento da história comparada à versão original fiquei preocupada, porque tudo que eu queria era que a trama tivesse um final digno, independente do caminho que resolvesse seguir. Sabe aquele tipo de drama que você termina, dá um suspiro profundo (em lágrimas talvez?) e diz “Putz! Que DRAMÃO”? Pois é. Pois é dorameiros. Eu tô em choque até agora.

E quero lembrar que o que falei até agora sobre as versões foi um desabafo dos meus receios, e que nesse post não farei comparação nenhuma, apesar de saber um pouco sobre final da outra versão (e por favor não me digam, pois um dia quero ver haha), não tenho propriedade nenhuma pra falar além da versão coreana. O texto é completamente sobre The Smile Has Left Your Eyes versão coreana. 😉

E o post de hoje é sobre um drama que terminou recentemente e eu vi pouquíssimas pessoas comentando sobre ele. Talvez o gênero não agrade todo mundo, talvez por não ter romance… Talvez. Só sei que foi um dos dramas atuais que mais gostei de acompanhar.

The Player é um drama sobre vigaristas se unindo para pegar criminosos corruptos que a polícia coreana não consegue sozinha (🙄 novidade! hahah brincadeiras a parte. Só digo isso porque dorameiros estão calejados de saber que pelo menos nos dramas, a polícia é sempre lerda). O roteiro é bem desenvolvido misturando a temática principal com vinganças pessoais dos personagens, mas o mais interessante de acompanhar mesmo foi a união e companheirismo que se formam nessa equipe de jogadores que não estão nem aí para o que vai acontecer com eles desde que seus objetivos sejam concluídos.

Amo uma família. 💛

Estou de volta com o post de mais um dramão que me fez surtar e apaixonar por cada detalhe dele.

Life On Mars é o que eu chamo de obra de arte. Aquele drama perfeito e inteligente que mexe com nossas emoções, nos faz criar teorias e nos deixa mais confusos a cada episódio. Pra deixar tudo melhor ainda, o protagonista acorda nos 80 e a história se passa nessa época.

Eu geralmente não faço resenhas de dramas que eu não gostei tanto assim, porque não gosto de falar mal de drama nenhum, tem drama pra todos os gostos, mas dessa vez resolvi fazer o post mesmo assim porque ele não é ruim, nem muito bom, mas pode interessar um público mais restrito de espectadores.
Partners for Justice não tem personagens muito agradáveis mas a temática é boa, pois raramente vejo dramas que abordam a medicina forense como no caso desse. Além disso ainda tem algumas ceninhas de comédia e os casos são bem interessantes.

Depois de tantos dramas policiais no ano passado eu não pensei que tão cedo voltaria a dizer: “aaah, que saudade eu estava de um drama policial”, e foi isso que eu pensei enquanto assistia Sketch. Mas em minha defesa, o drama é um baita dramão, então policial E bom desse jeito… não tem como resistir, né?
Sketch tem um enredo intrigante e personagens profundos abordados em uma visão humanizada sobre nossas escolhas. A trama de ação e suspense fica ainda mais emocionante por ter uma pitada de poderes paranormais e atuações excelentes.

Terminaram vários dramas esses dias e por mais que eu queira comentar sobre todos, vim correndo escrever sobre um drama que me segurou do começo ao fim. E eu sei que eu já falei num post recente que aquele drama era obra de arte, porque realmente Mother é, mas Misty também é uma obra de arte. E eu estou muito feliz com isso, gosto assim, dramas surtantes, por mais pesados e obscuros que sejam. Eu gosto é de emoção, de roteiro bem escrito, de atuações apaixonadas.

Misty trata assuntos não muito confortáveis como vingança, adultério e assassinato. É um drama adulto, com personagens maduros e uma história diferente dos padrões. A protagonista é marcante por ser imperfeita mas poderosa.  Uma história de suspense inteligente que nos mantém presos do começo ao fim. Simplesmente incrível! 💛